Turismo verde e amarelo

Desde que me entendo por gente, admirei novos lugares. No sofá da agência de viagens de minha tia, ficava olhando para os posters de diversos cantos do planeta e em poucos minutos já estava flutuando na ideia de estar dentro daquelas imagens. Não era difícil. De tão pequeno, quando sentado naqueles sofás, os pés não tocavam o chão.

Mesmo com tantos quadros na parede, não me recordo de ter fotos do Brasil. O chique para aquela cidade no interior de Minas era tomar voo para fora do país: Disney para quem fazia 15 anos, Bariloche para aqueles que faziam sua primeira viagem internacional e Europa para quem tinha “bala na agulha”!

Entre tantos lugares da gringolândia, no meio de uma das revistas de turismo que ficavam expostas nas mesas da agência, achei o primeiro destino que desejava para minha vida: Bonito. Me admirava com a possibilidade de nadar em águas tão claras quase que batendo um papo com aquela imensidão de peixes. Fui criado à beira de um rio, mas a única vez que nadei com os peixes dele foi quando uma enchente fez a piscina lá de casa virar um pesqueiro. E essa tal de Bonito era em terras tupiniquins.

Quase ninguém conhecia. E quase ninguém conhece os Lençóis, poucos podem ir a Noronha, nunca me falaram do interesse de fazer um cruzeiro pelos rios da Amazônia. Enfim, não conhecemos o Brasil. E não há uma lista de lugares bacanas para se conhecer pelo mundo que nosso país não emplaque algumas dezenas de opções.

O tempo entre costuras

Meu primeiro contato com a escritora espanhola Maria Dueñas foi por mero acaso. Ou talvez por culpa do destino que me fez encontrar esta pérola da literatura castelhana… Era uma tarde de domingo e aproveitei para gastar um tempo numa livraria antes da sessão de cinema começar.

Devo admitir que desta vez não foi a sinopse do livro, nem a capa, nem o cheiro (sim eu adoro o aroma de páginas novas) que me atraíram de primeira, mas uma frase em especial me chamou atenção: “María Dueñas é considerada o novo cânone da literatura européia por sua prosa hipnotizadora e a forma cheia de imaginação e delicadeza com que combina fatos e personagens reais com ficcionais”.

Pé na Tábua: Roma

Depois de “Comer, Rezar e Amar”, quem não fica com vontade de zarpar pra Itália que atire a primeira pizza! A vontade que já batia no peito desse que tem origem italiana, não era pequena. Juntando a fome com a vontade de comer, mochila nas costas e Roma à vista!

A quentura do nosso sangue latino não é de graça, o italiano tem presença, não pestaneja, fala alto, fala com as mãos e tem amor no peito. Não estranhe ao ver o garçom fazendo seu pedido no balcão aos gritos e mãos para os céus, implorando a cozinha por sabor e velocidade, como quem pede graças ao santo. As preces foram, no meu caso, sempre atendidas.

Dia do Designer

4 Dicas para futuros designers

Há 87 anos, nascia Aloísio Magalhães, pai do design moderno no Brasil e fundador da primeira escola superior da área no país. E se hoje temos tantos profissionais brazucas mandando bem com a caneta na mão, devemos muito a esse pernambucano arretado. Por isso comemoramos hoje, no aniversário dele, o Dia do Designer! \o/

Não é segredo nenhum que a Chico Rei leva o design no sangue, por isso aproveitamos esta data tão simbólica para fazermos um tributo a todos os profissionais da área, sem esquecermos daqueles que desejam seguir por esse caminho. Afinal, sabemos que um designer bacana é aquele que, antes de qualquer passo, entende que em sua profissão a transpiração vem antes e com muito mais intensidade que a inspiração.

A danada da sorte de ter nascido com a capacidade de transformar ideias e sentimentos em arte, quando combinada com alguns fatores, faz aquele profissional que cria projetos que, de tão espetaculares, fazem a gente pensar em “como ele fez isso” ou de tão simples, matutamos o tal “como não pensei nisso antes”.