Bye, Bye Baby – 47 anos da morte da cantora Janis Joplin

De acordo com neurocientistas canadenses (Robert Zattore e Valorie Salimpoor) a música estimula os centros de prazer do nosso cérebro através da liberação do neurotransmissor que responde à felicidade – dopamina – em momentos emocionais de pico de audiçāo. Está aí mais um,entre tantos motivos, para termos certeza de que todo dia é dia de música.

Mas, no dia de hoje, a gente deveria mesmo era aumentar o volume no máximo e colocar qualquer canção de algum, dos quatro, Lp’s da cantora que transformou o cenário do rock: Janis Joplin – cuja morte completa exatos 47 anos (04 de outubro, nos anos 70).

It’s Not Lupus!

Dizem que há três coisas que um homem deveria fazer em sua vida para se sentir completo: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro, não necessariamente nesta ordem.

Bom, se formos levar esta máxima em consideração, podemos dizer que Hugh Laurie já teria cumprido sua missão entre os mortais. Mas esqueceram de dizer que a regra para a imortalidade é bem diferente…

Muito além da carcaça mal humorada de House, o ator britânico (sim, ele imita o sotaque americano muito bem) prova que possui a habilidade de dar voz a outros personagens complexos ao cantar clássicos do blues como se possuísse a alma de um negro sulista às margens do Mississipi e ao escrever seu romance de estreia na literatura policial.