Interpretações mais legais das músicas de Cartola, ícone do Samba

Ainda é cedo, amor… Quem nunca ouviu essa frase na voz do Cazuza e teve um arrepio na espinha? É uma das muitas músicas de Cartola, regravadas por grandes nomes da música brasileira.

Cartola era um compositor e poeta que escrevia sobre sua vida e suas escolhas de um jeito singular.

Malandro do Rio, cresceu pobre e recebeu o apelido durante seu trabalho como pedreiro. Foi se ajeitando na música pelo Samba, até criar uma das maiores Escolas de Samba do Brasil, a tão conhecida “Estação Primeira de Mangueira”.

Com tudo isso, toda a paixão, romance e sinceridade de Cartola, criamos uma camiseta (link) para tentar, de alguma forma, homenagear esse grande nome da música nacional.

Entre muitas homenagens, separamos 5 por aqui.

A história por trás de 5 músicas que marcaram a trajetória da banda Red Hot Chili Peppers

red hot chilli peppers“Então quando The Message se tornou a música mais quente daquele verão, comecei a entender que você não precisa ser Al Green ou ter uma voz incrível de Freddie Mercury para ter um lugar no mundo da música. Fazer rimas e desenvolver um personagem era outra maneira de fazer isso.”

 Página 90 – Anthony Kiedis em sua autobiografia Scar Tissue

Música para dormir: 7 dicas pra pegar no sono

Antes de qualquer coisa, precisamos acabar com um mito. Música para dormir não é sinônimo de música chata. Muito pelo contrário, até. A lista que preparei conta com alguns dos sons que mais curto. A hora de dormir é quase um ritual. Cada um tem sua técnica: uns preferem ler, outros contam ovelhas, uns assistem à 2ª temporada de True Detective e por aí vai…

Ouvir música para dormir não é nada extraordinário. É comum recorrermos a ela para trabalhar, fazer faxina, pegar a estrada ou praticar esportes. A hora da soneca é só mais um dos infinitos momentos em que a música é presente em nosso dia a dia.

O DNA da MPB

Você já ouviu um americano tentando tocar bossa nova? Por mais que o artista estrangeiro se esforce para reproduzir todas as notas da partitura, sempre vai faltar aquele tempero inexplicável, aquela malemolência que só o brasileiro possui. Concorda?

Mas qual seria o segredo que faz o nosso batuque ser tão irresistível? Outro dia eu assisti o documentário Chef’s Table no qual Alex Atala conta que só descobriu o verdadeiro significado da culinária brasileira quando foi provocado pelo Erick Jacquin (master tompêrro chef brésil), que disse “você é um bom cozinheiro, sabe dar sabor, mas nunca vai fazer uma cozinha francesa como eu”. Foi naquele momento que o chef mais famoso do Brasil estabeleceu um rumo para a sua arte.

E na música brasileira acontece da mesma maneira. Temos uma identidade plural que está presente (acredite ou não) em todas as vertentes da nossa produção cultural.