O (in)explicável hype de La Casa de Papel

Um assalto monumental, brilhantemente planejado por um desconhecido e inacreditavelmente… possível? Esse breve resumo poderia se aplicar a diversas obras que já são nossas velhas conhecidas, certo? Incluindo La Casa de Papel. Mas então por que a série fez esse sucesso todo?

Por causa dos detalhes, jovens. Vamos esquadrinhar a série que mais deu o que falar nesses últimos tempos? E pra te motivar: não tem spoiler!

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Óculos Ranço – A sensação do Carnaval

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô! A folia começou pelo Brasil e o nosso Óculos Ranço vem bombando ao redor do país. Carnaval é época de caprichar na fantasia, encher o peito de alegria e sair por aí desfilando garbosidade. Por isso lançamos essa novidade pra te ajudar a fazer bonito na farra do momo 😉

O Óculos Ranço é uma criação exclusiva da Chico Rei, inspirado na camiseta Ranço, e foi enviado gratuitamente (e de surpresa) com milhares de pedidos. Nós, que adoramos Carnaval, pensamos em fazer esse agrado para nossos parças pelo Brasil. Uma mão na roda pra quem tá na pilha de curtir a folia e anda quebrando a cabeça pra arrumar uma fantasia bacanuda. Agora é muito simples: é só colocar o nosso Óculos Ranço pra detectar de longe os embustes!

Chicundum #06 – Nossa revista-pôster voltou!

Faça sua festa, torcedor brasileiro: a Chicundum está de volta! Nossa revista-pôster, cheia de conteúdo original, está disponível e será enviada gratuitamente com os pedidos realizados até dia 14 de fevereiro desse nosso 2018 que quer tudo como quem não quer nada.

A sexta edição conta com convidados pra lá de especiais. E o tema que rege a edição pega carona nesse começo de ano, que naturalmente dá uma energia para novos projetos, mas também um refresco com gosto de recomeço. No verso, o já tradicional pôster inédito com uma mensagem bacanuda. Um empurrãozinho pra dar ainda mais energia nos desafios que estão por vir.

Quando os Pandas retribuírem as bofetadas

Claro que empunhar um taco de basebol e quebrar a porra toda é mais interessante. Não se envergonhe caso tenha ímpeto em fazê-lo. Fúria, Raiva, Ranço e toda sorte de sentimentos inflamáveis. Combustíveis gratuitos, abundantes e não raros feito o petróleo, mas tão nocivos quanto. É impossível desviar de tais emoções: lidar é melhor que asfixiar.

Arremessar a cadeira no vidro da sala do chefe, após um esporro homérico em público. Imagine a plástica cinematográfica dos movimentos. Tentador, não?! Mas a praxe versa diferente: envermelhar-se de Fúria, perante a impotência do “não reagir” e conseguinte manutenção do emprego. Trespassar a barreira entre o “sentir” e o “agir impulsivamente” é preocupante. Tanto quanto a cultura de supressão e condenação de emoções explosivas – condicionantes à aceitação pacífica, interiorização de sentimentos danosos e destruição das capacidades reativas do indivíduo.