Dicas de newsletters – Cartinhas “mudernas”

Descobri a troca de cartas muito cedo porque fazia um baita sentido pra mim a possibilidade de cultivar os afetos derrubando as fronteiras de distância e saudade ou, simplesmente, dando conta de falar ali, por escrito, o que saía melhor no papel que verbalizado. Claro que quando eu era criança pequena lá em Barbacena não teorizava muito a coisa toda, mas sabia que aquele ritual de escrever e receber cartas me deixava feliz e isso quase sempre é medida suficiente.