Os 6 filmes mais violentos dos últimos 20 anos

Sangue nos olhos!

Hoje vamos listar os filmes mais violentos dos últimos 20 anos.

Mas antes, vamos pensar um pouco sobre o tema “cinema e violência”.

Como todos sabem, o cinema é uma arte que se estabelece como um reflexo da sociedade, já que nasce das inquietações e reflexões de seus idealizadores e criadores.

Fora essa coisa toda de indústria cultural, é legal perceber a conjuntura e os momentos em que nascem as expressões artísticas regadas de catarse  como o cinema. Observando essa lista com os filmes mais violentos dos últimos 20 anos, podemos (e devemos) trazer o recorte dos filmes para um cenário mais próximo do nosso.

Pra alguns pensadores, a violência é inerente ao ser humano, advinda de um impulso primitivo vivido ainda no inconsciente. No entanto, as aplicações desses impulsos acontecem deliberada e conscientemente.

Passando por todo esse momento reflexivo, o que nos sobra na telinha é sangue e agonia. Quem curte esse mix, cinema e violência, trocaremos em seguida umas boas indicações por aqui.

A vida mundana de Darth Vader

É só tocar a Marcha Imperial para os calafrios começarem: Darth Vader está chegando e ninguém quer ficar no caminho do mais badass dos Sith. O principal personagem do cânone de Star Wars é também um ícone da cultura pop, reconhecido mundialmente até por aqueles que não são lá muito fãs das histórias criadas por George Lucas.

Mas a vida de Darth Vader não se resume a batalhas empunhando seu sabre de luz. Bom, pelo menos foi o que um fotógrafo polonês pensou… Pawel Kadysz não só idealizou, como também botou em prática o que muitos de nós, amantes da cultura pop, podemos esquecer: nem só de atitudes maléficas e planos mirabolantes vivem os vilões!

As ilustrações cinéfilas de Justin Reed

Menino Charlinho ficaria extasiado se soubesse que não precisaria mais escolher entre batata ou estudar, eliminando de sua já sofrida peregrinação a encruzilhada shakespeariana que impunha a escolha de uma em um par tão distinto de possibilidades. Tal qual o saudoso guerreiro guerrido de Hermes & Renato, acabo saindo pela tangente quando me vejo prestes a ter de escolher entre duas coisas que gosto muito. Afinal, why not both?

Pois o norte-americano Justin Reed prestou um grande serviço ao juntar o útil ao agradável, a fome com a vontade de comer, a batata com os estudos, numa série bacaníssima que une duas coisas que gosto muito: cinema e ilustração.