<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title><![CDATA[Blog Chico Rei - Conteúdos de Filmes e Séries, Literatura e mais!]]></title><description><![CDATA[Reunimos um pouquinho de tudo dos melhores conteúdos geeks, de filmes e séries, literatura e até de viagens! Confira!]]></description><link>https://blog.chicorei.com/</link><image><url>https://blog.chicorei.com/favicon.png</url><title>Blog Chico Rei - Conteúdos de Filmes e Séries, Literatura e mais!</title><link>https://blog.chicorei.com/</link></image><generator>Ghost 3.13</generator><lastBuildDate>Sat, 27 Mar 2021 02:55:31 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://blog.chicorei.com/rss/" rel="self" type="application/rss+xml"/><ttl>60</ttl><item><title><![CDATA[Carta aberta e sincera às mulheres (do fim) do mundo.]]></title><description><![CDATA["Dia 8 de março é bonito. Faz a gente se sentir importante, afinal de contas todas as mulheres do mundo estão sendo celebradas."]]></description><link>https://blog.chicorei.com/carta-as-mulheres/</link><guid isPermaLink="false">603e46db8335ed3e4308ef5e</guid><category><![CDATA[Dia da mulher]]></category><dc:creator><![CDATA[Tainara Mello]]></dc:creator><pubDate>Mon, 08 Mar 2021 14:19:07 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/blog_1_diadamulher.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/blog_1_diadamulher.png" alt="Carta aberta e sincera às mulheres (do fim) do mundo."><p>Essa carta é a minha forma de te dar um abraço em tempos pandêmicos. E é também uma tentativa de reflexão menos solitária - <em>um "tamo junto" um pouquinho mais enfeitado, sabe?</em></p><p>Dia 8 de março é bonito. Faz a gente se sentir importante sem se sentir culpada pelo destaque, afinal de contas todas as mulheres do mundo estão sendo celebradas. <em>- e a gente merece, uai.</em></p><p>Mas, por aqui me parece que tudo anda meio fora do lugar. Por aí também? Não é ingratidão. Pelo contrário. Eu agradeço as flores, os chocolates, as mensagens de admiração, as matérias sobre mulheres guerreiras que se viram nos 30. Mas, muito mais do que essas formalidades, agradeço às pessoas que me ouviram sem que eu precisasse ser duas vezes mais assertiva. Às pessoas que somaram vozes comigo e foram companhias indiretas, porém fundamentais nesse ano tão confuso.</p><p>Já andei pensando em muitas realidades paralelas. Mas em nenhuma delas eu escolhi não ser mulher. Me encontrei nessa "forma". E como é importante isso de se sentir identificada e representada por algo... Ser mulher é um eterno dilema. E só a gente sabe das belezas e dos riscos de andar por aí com o vento no rosto e olhando sempre por cima dos ombros.</p><p>Penso bastante também sobre o fato de '<em>mulher' </em>ser justamente uma característica que une todas nós. Estranho, né? Porque ser mulher significa tanta coisa diferente. E esse "papel" se dá de tantas formas. Formas essas que são impossíveis de serem englobadas em algum estereótipo ou persona. E não existe ninguém no mundo que se atreva a escrever um manual sobre isso, seria estúpido e uma perda de tempo horrorosa. <em>(e se já existe e eu não conheço, que assim continue, pois eu dispenso.)</em></p><p>Bom, mas voltando ao 8 de março: pra mim esse dia carrega um peso que vai além da sua importância. Eu sempre tive dificuldade em simplesmente sentir essa satisfação de estar sendo lembrada e celebrada em todo o planeta. Será que é possível me desconectar por alguns segundos das razões pelas quais essa data existe? Elas me fazem ficar ainda mais alerta e atenta.</p><p>Mas aí, ao mesmo tempo que eu penso nisso tudo, eu também vejo que <em>tudo bem</em>. A gente tem 364 outros dias vestindo a nossa identidade. Vivendo a nossa vida. Lutando as nossas lutas - particulares e coletivas. O 8 de março pode ser o nosso dia de descanso, não pode? Um dia para aproveitarmos os holofotes triplicados fazendo aquilo que sentimos que faz sentido. Da maneira que estiver ao nosso alcance. E <strong>tudo bem</strong>.</p><p>O que sempre foi importante pra mim e se tornou ainda mais no último ano é o apoio mútuo, a união e a empatia. Estarmos umas pelas outras, sabe? A gente carrega sim um fardo que nos exige força, mas isso não precisa ser sempre pesado. Que a gente compartilhe essa carga sem deixar de compartilhar afeto. Não dá pra ser do jeitinho que a gente queria, mas não pode simplesmente “deixar de ser”.  É importante se permitir agradecer, sonhar e compartilhar, principalmente em tempos desafiadores.</p><p>Que você possa sempre se lembrar disso e que esse abraço chegue inteiro por aí!</p><p>Um feliz dia pra mim, e um feliz dia pra você.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Mito de Rudá: conheça a história por trás da nossa estampa!]]></title><description><![CDATA[Se você conhece o quadro “O Nascimento da Vênus”, do artista Sandro Botticelli, deve ter percebido a principal referência da nossa nova estampa Rudá. Mas tem muito mais por trás dessa criação, viu?]]></description><link>https://blog.chicorei.com/mito-de-ruda/</link><guid isPermaLink="false">603f97738335ed3e4308f08a</guid><category><![CDATA[brasilidade]]></category><dc:creator><![CDATA[Tainara Mello]]></dc:creator><pubDate>Sun, 07 Mar 2021 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_dia03_capa_blog.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_dia03_capa_blog.png" alt="Mito de Rudá: conheça a história por trás da nossa estampa!"><p>Assim como a Vênus é a deusa do amor na mitologia romana, Rudá é o deus do amor na mitologia tupi-guarani. Sendo assim, o <strong>mito de Rudá</strong> nada mais é do que a história do surgimento do <strong>Deus do Amor</strong>, segundo a mitologia tupi-guarani. </p><p>No conto, <strong>Guaraci </strong>representa o Deus Sol e é também o responsável pela criação de todos os seres vivos. Após um longo dia de trabalho, Guaraci precisou descansar. Foi aí que, durante a noite, sonhou com <strong>Jaci, </strong>a Deusa Lua, responsável por proteger e iluminar o mundo enquanto o Sol repousa.</p><p>A empolgação de Guaraci foi tanta que ele logo despertou iluminando tudo que havia criado no dia anterior. Mas, para sua surpresa - e decepção - <em>Jaci não estava lá!</em> </p><p>Movido pelo desejo de apresentar as belezas do mundo para ela, criou Rudá - anjo cupido que exerceu o papel de <strong>mensageiro do amor</strong>. Eram dias e noites levando cartas de Guaraci para Jaci e vice-versa. Um guerreiro belo e gentil, com a função única e exclusiva de despertar o amor!</p><p><strong>Confira abaixo uma adaptação do texto de Couto de Magalhães no livro “O Selvagem”.</strong></p><hr><p><em>"No começo, ainda no silêncio… muito silêncio… havia a escuridão, muita escuridão. Nada se via. Nem olhos havia para ver. Escuro, muito escuro.</em></p><p><em>Então nasceu o Sol, Guaraci.<br>Desde o primeiro dia, Guaraci nasceu como sempre nasceu: devagarinho, primeiro um clarão no nascente, depois uma bola de luz vermelha. Ia clareando e subindo… subindo… subindo… e ia clareando tudo, iluminando tudo, aquecendo tudo, derramando vida em tudo.</em></p><p><em>Mas o tudo, no começo, era quase nada. </em></p><p><em>Então Guaraci viu aquele nada e começou a criar…<br>Criou as águas, muitas águas: águas de sal, águas doces, águas de jorrar do céu. Depois criou as terras, muitas terras. As águas se movimentavam e as terras também… e Guaraci gostava daquele movimento. </em></p><p><em>E de ver aquele movimento, Guaraci criou o vento, que também se movimenta. Às vezes forte, tufão, furacão… às vezes leve, brisa calma e refrescante.<br>Guaraci esquentava tudo aquilo. E criava.</em></p><p><em>Criava peixes, de espécies e cores diferentes, que viviam nas águas, cada qual com o seu tamanho… Criava animais de espécies e cores diferentes, que viviam nas terras, cada qual com o seu tamanho… Criava vegetais, de espécies e cores diferentes, que viviam nas águas e nas terras, também com tamanhos diferentes… Criava pássaros e insetos para povoar o ar… sempre de espécies e cores e tamanhos diferentes… E todos eles faziam sons diferentes, cada um do seu jeito.</em></p><p><em>E de tanto criar tantas coisas, tanta natureza, tudo tão bonito… Ah… Guaraci ficou cansado. Ficou muito, muito cansado. Foi ficando com muito sono, e precisou dormir. </em></p><p><em>Foi fechando os olhos, bem devagarinho, e quando os fechou de vez, tudo ficou escuro. Muito escuro. Guaraci não podia ver mais nada do que havia criado. Ah… cadê toda a beleza? Guaraci queria ver aquilo tudo de novo, mas estava tão cansado e tão sozinho.</em></p><p><em>Nesse sono (ou sonho), no meio dessa escuridão toda, Guaraci criou a Lua, Jaci. <br>Foi assim: lá longe, Guaraci viu chegando um clarão, no coração da escuridão. Aquele clarão foi crescendo, foi se abrindo no escuro da noite, e foi se apresentando. </em></p><p><em>Subindo no céu, foi surgindo ela: Jaci. Primeiro como uma bola amarela, cor de laranja - as laranjas que Guaraci tinha criado antes.<br>Depois Jaci, a Lua, subia e subia. E quanto mais alta subia, mais o seu brilho virava prata, e fazia um lindo clarão iluminando toda a natureza. Era lindo o brilho nas águas, o clarão nas montanhas; e com isso, outros sons se faziam: os sons da noite.</em></p><p><em>A Lua era tão bonita que Guaraci nessa mesma noite de sono ou de sonho, apaixonou-se por ela. Um sentimento tão bom… Ela era tão bonita.<br>E Guaraci tão encantado e apaixonado, abriu os olhos para poder vê-la e admirá-la melhor, mas, ah… quando os abria, tudo se iluminava de um jeito mais forte e colorido, e ela desaparecia.</em></p><p><em>Ele queria mostrar a ela o quanto era bonita toda aquela natureza, com suas flores e cores, mas ela não estava mais lá. E ele procurava, procurava… e nada.<br>De tanto procurar por Jaci, novamente Guaraci ficou cansado, muito cansado… e novamente fechou os olhos para dormir um pouco. E enquanto dormia, lá vinha ela, fazendo o seu desfile no fundo da escuridão, com seu lume, com seu jeito de se apresentar e de mudar de ouro em prata… Era mesmo muito bela, Jaci.</em></p><p><em>E Guaraci queria contar de seu amor por ela, e o tanto de beleza que havia quando ela não estava… Queria dizer que quando abria os olhos para chegar até ela, tudo clareava e ela sumia. E queria dizer também que quando tudo se iluminava, ela desaparecia.</em></p><p><em>Então Guaraci criou Rudá, o mensageiro de seu amor…<br>Para dizer a ela o que sentia quando a via crescer no escuro do seu sono…<br>E como, na clareza do seu sonho, ele a admirava.<br>E como ele se sentia só quando ela desaparecia."</em></p><hr><p><br><strong>"Rudá"</strong> é uma das várias estampas que compõem com muito charme a nossa <a href="https://chicorei.com/loja/brasilidade/?sort=lancamentos">categoria Brasilidade</a>. Aproveite para dar uma olhadinha no tanto de coisa bonita que tem por lá.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ícones de Brasilidade: um tema que não divide opiniões.]]></title><description><![CDATA[Filtro de barro, cafezinho no copo americano, piso de caquinhos e espelho de borda laranja. Tem coisa mais brasileira que isso?]]></description><link>https://blog.chicorei.com/icones-de-brasilidade/</link><guid isPermaLink="false">603fc6a18335ed3e4308f094</guid><category><![CDATA[brasilidade]]></category><category><![CDATA[estampas]]></category><dc:creator><![CDATA[Tainara Mello]]></dc:creator><pubDate>Sat, 06 Mar 2021 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_capa_blog.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_capa_blog.png" alt="Ícones de Brasilidade: um tema que não divide opiniões."><p>O Brasil é esse lugar que abriga tamanha variedade de pessoas, sotaques, paisagens e culturas, e isso tudo faz com que exista um montão de formas de expressar a tal da <strong>brasilidade</strong>.</p><p>Mas, vez ou outra, nos deparamos com símbolos que transpassam regionalismos e se tornam ícones por várias gerações.</p><p>O lançamento <strong><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-represents-brazil-19092.html">"Represents Brazil"</a></strong> reúne alguns desses símbolos e traduz em estampa <em>o espetáculo da brasilidade em apenas quatro atos</em>. E os protagonistas da vez são: Filtro de barro, copo americano, piso de caquinhos e espelho de borda laranja! </p><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img data-src="/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_dia02_twitter_01.png" class="kg-image" alt="Ícones de Brasilidade: um tema que não divide opiniões."><figcaption><em>Filtro de Barro (estampa "Represents Brazil")</em></figcaption></figure><p>Genuinamente brasileiro, o filtro de barro é um dos melhores do mundo quando o assunto é segurança e eficiência. O “filtro de casa de Vó” vai muito além de uma peça com significado afetivo: por volta de 1910, ele revolucionou o consumo de água no nosso país e permitiu que a população tivesse acesso a uma água limpa e sem contaminação. </p><hr><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img data-src="/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_dia02_twitter_02.png" class="kg-image" alt="Ícones de Brasilidade: um tema que não divide opiniões."><figcaption><em>Cafezinho no copo americano (estampa "Represents Brazil")</em></figcaption></figure><p>Apesar do nome, a invenção é 100% brasileira! Criada em 1947, já foi parar até no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), na exposição <em>Destination: Brazil, </em>ao lado de diversos outros itens que são 'a nossa cara'<em>. </em> <strong>“O copo nosso de cada dia”</strong> serve desde um cafezinho até aquela cerveja gelada que todo mundo gosta; e ainda que seja extremamente popular, não é de domínio público não, viu? A detentora da patente é a empresa <em>Nadir Figueiredo</em>, que recebe o nome de seu co-fundador e também responsável pela estética atemporal do ícone que já fez parte da vida de todo brasileiro pelo menos uma vez.</p><p>Há quem diga que o sucesso vem mesmo dessa versatilidade, mas há quem afirme que as bebidas ficam ainda mais especiais servidas nesse copo. (Será?)</p><hr><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img data-src="/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_dia02_twitter_03.png" class="kg-image" alt="Ícones de Brasilidade: um tema que não divide opiniões."><figcaption><em>Piso de caquinhos (estampa "Represents Brazil")</em></figcaption></figure><p>A história aqui é a seguinte: lá pela década de 40, as indústrias ganharam destaque e a população de classe média passou a adquirir peças de cerâmica como símbolo de requinte e sofisticação. Diante da alta demanda e cadeia produtiva insuficiente, boa parte das peças fabricadas acabavam trincando ou apresentando outros tipos de defeitos. </p><p>Bom, do outro lado dessa história - e bem diferente da classe média - estavam os funcionários das fábricas de cerâmica, que estavam acostumados ao piso cimentado, monótono e nada aconchegante. Um belo dia, um dos funcionários pediu permissão para recolher os cacos descartados na produção para utilizá-los em sua casa. </p><p>Com o tempo, o estilo do piso de caquinhos chamou a atenção e passou a ser solicitado às fábricas como um produto. A partir daí, a moda pegou e as peças eram quebradas propositalmente, com o intuito de atender aos pedidos dos clientes. </p><hr><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img data-src="/content/images/2021/03/2021_03_brasilidade_dia02_twitter_04.png" class="kg-image" alt="Ícones de Brasilidade: um tema que não divide opiniões."><figcaption><em>Espelho de borda laranja (estampa "Represents Brazil")</em></figcaption></figure><p>Esse é um mistério total. Não sabemos exatamente quando, onde ou quem foi o responsável pela origem do espelhinho de borda laranja. O que sabemos é que, lá pelos anos 90, a sua moldura <em>- inicialmente produzida em madeira -</em> passou a ser de plástico. E desde então acompanhamos a difusão e o sucesso absoluto do item por todo canto, seja como decoração, ou como um simples espelhinho de banheiro.</p><p><br><strong>Uma coisa é certa: pelo menos um desses itens existem na sua casa, ou na casa de alguém próximo a você.</strong></p><p><strong>E agora ficou ainda mais fácil de andar com eles por aí!</strong></p><p><a href="https://chicorei.com/loja/brasilidade/">Confira essa e outras estampas brasileiríssimas no nosso site :)</a><br></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Dia Nacional da Música Clássica: gênero criador de oportunidades.]]></title><description><![CDATA[Para celebrar a data, batemos um papo com o Maestro Rodrigo Toffolo sobre os diferentes projetos sociais da Orquestra Ouro Preto.]]></description><link>https://blog.chicorei.com/musica-classica/</link><guid isPermaLink="false">603d70c68335ed3e4308ef52</guid><category><![CDATA[parceria]]></category><category><![CDATA[dia nacional da música clássica]]></category><dc:creator><![CDATA[Tainara Mello]]></dc:creator><pubDate>Fri, 05 Mar 2021 13:06:01 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/blog_musicaclassica.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/03/blog_musicaclassica.png" alt="Dia Nacional da Música Clássica: gênero criador de oportunidades."><p>Desde 2009, o dia 5 de março é considerado o Dia Nacional da Música Clássica. A escolha da data não foi por acaso: neste mesmo dia, só que no ano de 1887, nascia Heitor Villa-Lobos - não só um dos mais importantes compositores do Brasil como também maestro, violoncelista, pianista e violonista. </p><p>Para comemorar esta data, batemos um papo com o <strong>Maestro Rodrigo Toffolo</strong>, regente e fundador da Orquestra que, além de ser parceira nossa, já fazia bonito 9 anos antes dessa data existir, lá em 2000. A <strong><a href="http://www.orquestraouropreto.com.br/site/">Orquestra Ouro Preto</a></strong> é motivo de orgulho não só para Minas, mas para o país inteiro. Seu estilo único de introduzir a música erudita em canções do imaginário popular garante sucesso e admiração até de quem jamais imaginaria poder assistir uma apresentação de tamanha grandiosidade.  </p><p>Muito além de um gênero, a música clássica exerce papel fundamental na criação de oportunidades através de projetos sociais por todo o país. A Orquestra Ouro Preto também faz a sua parte retribuindo todo o apoio da comunidade e nos enchendo ainda mais de orgulho.</p><hr><p><strong>Confira a entrevista:</strong></p><p><strong>Quais são as frentes de atuação da Orquestra Ouro Preto?</strong><br>A Orquestra Ouro Preto é um grupo de vanguarda, focado na democratização do acesso à cultura, na formação de novos públicos e na realização de projetos sociais e educacionais. Sob os signos da excelência e da versatilidade, nosso fazer musical compreende repertórios variados em gênero e época, que não se pautam por limites e sim, por desafios. Assim, construímos uma ponte, que antes parecia invisível, ligando a música de concerto ao coração de muita gente, seja tocando nos distritos de Ouro Preto ou nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. E manter essa relação é uma responsabilidade grande. Por isso, seguimos extrapolando o convencional, apostando na criatividade artística para descobrir novos caminhos, esperando sempre instigar a curiosidade de “novatos” ao mundo erudito. Espalhar a música de concerto, para que mais pessoas tenham acesso é o que nos move.</p><p><strong>Na sua visão, porque a música clássica ainda é tão afastada do cotidiano da maior parte das pessoas?</strong><br>Acho que são questões importantes e diferentes: a primeira é a oferta de música no dia a dia das pessoas. No passado a música de concerto estava mais presente, até na TV aberta como, por exemplo, os célebres "Concertos para a Juventude". Isso ajudava a propagar e a aproximar as pessoas desta música que é linda, especial e que nos fala diretamente ao coração. Outro ponto está no fato das orquestras, de alguma forma, se fecharem em torno de sua programação artística apenas oferecendo a seu público, não se preocupando em abrir um diálogo. Isso tem mudado bastante nos últimos tempos, e muitas vêm se abrindo a cada dia e, com isso, aumentando o número de pessoas que tem acesso à música de concerto. Sorte de todos!</p><p><strong>Como você acha que é possível popularizá-la?</strong><br>Acreditamos na transformação de realidades sociais por meio da cultura. E promover concertos com repertórios diferenciados, apresentações gratuitas ou a preços populares que atendem diferentes classes sociais são alguns dos caminhos. Somado a isso, os projetos socioeducacionais também são de grande importância. Na Orquestra Ouro Preto atuamos além da música para capacitar crianças, jovens instrumentistas, além de valorizar as tradicionais bandas de música. </p><p><strong>Como vocês atuam nesses projetos?</strong><br>Em 2019, criamos a Academia Orquestra Ouro Preto sob o signo da inclusão, com a proposta de aperfeiçoar e lapidar o talento de jovens músicos já iniciados, mas que encontravam obstáculos para dar se tornarem profissionais. O projeto, que já nasceu como referência em Minas Gerais, conta com 42 jovens bolsistas com idade entre 18 e 28 anos, que têm em comum a paixão pela música. Por meio do Núcleo de Apoio a Bandas, oferecemos oficinas e workshops em 13 cidades do interior de Minas, do Espírito Santo e também no Nordeste, chegamos no interior do Ceará e Rio Grande do Norte. Já capacitamos mais de 400 regentes, professores e instrumentistas das tradicionais corporações musicais. A ideia é que eles sejam multiplicadores em suas comunidades. Queremos mostrar para essas pessoas a música como modo de vida possível, e dar oportunidades de inserção no mercado, através de um trabalho prático e, sobretudo, humano.</p><p><strong>Quais são os planos e próximos passos para o futuro?</strong><br>Estamos planejando um ano agitado com concertos inéditos e a continuação de nossos projetos artísticos e socioeducacionais. A temporada começa ainda neste mês de março com um concerto especial que resgata a música da década de 1980 e os sucessos da banda A-ha. Estamos de volta com a Série Domingos Clássicos, que apresenta um concerto mensal no Sesc Palladium, em Belo Horizonte-MG, inicialmente no formato híbrido. Teremos ainda uma homenagem especial ao compositor mineiro Vander Lee, a nova parceria com compositor João Bosco, lançamento do disco “Valencianas II” e até uma ópera grunge, que vai celebrar os 30 anos do disco “Nevermind”, do Nirvana. Será um ano diversificado, que terá um pouco de tudo dentro da nossa proposta de excelência e versatilidade.</p><hr><p>A música clássica é um lindo exemplo de música sentida e compreendida a partir da subjetividade de quem ouve. E o repertório rico da Orquestra Ouro Preto, nos palcos e nas salas de aula, vem mostrar que música é oportunidade - <em>e sempre para todos. </em></p><p>E para você se inspirar e vestir música por aí: conheça nossa <a href="https://chicorei.com/orquestra-ouro-preto">coleção em parceria com a Orquestra Ouro Preto</a>.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Confessionário]]></title><description><![CDATA[É hora de ir para o confessionário, mas hoje não tem paredão. Confira mais uma crônica do escritor Tiago Santos-Vieira para a Chico Rei!]]></description><link>https://blog.chicorei.com/confessionario/</link><guid isPermaLink="false">6036a77b8335ed3e4308ef31</guid><category><![CDATA[crônica]]></category><category><![CDATA[tiago santos-vieira]]></category><dc:creator><![CDATA[Tiago Santos-Vieira]]></dc:creator><pubDate>Mon, 01 Mar 2021 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/02/blog_1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/02/blog_1.png" alt="Confessionário"><p>Arriscaria o marco zero na infância, algo aconteceu ali. Ou talvez a genética contribuíra. O fato é que algum fenômeno psicoquímicosocial desarranjou-lhe os neurotransmissores, descompassando as sinapses cerebrais. Tudo isso o faz entender o mundo pelos seus próprios códigos, lutando para se enquadrar no que é dito normal. Ansiedades, pânico, fobias, pensamentos redundantes. Tamanho esforço para se encaixar trouxe efeitos colaterais a tiracolo - e ausência de pudor em assumir que essa crônica é sobre quem vos escreve.</p><p>Não precisa ter peninha, dispensa-se a compaixão. Ficaria é muitíssimo satisfeito caso role identificação. Tinhas dificuldades em exatas na escola, alternado com requintes de genialidade em outros conteúdos - e por tal motivo, a falta de sensibilidade dos mestres/instituição o faziam desacreditar em si mesmo? Por um desses mestres, foste literalmente chamado de burro? Despertando revolta a ponto de ressignificar a matemática, a física e a química, reentendendo-os à sua maneira, repercutindo em aprovações nos vestibulares que os coleguinhas almejavam.</p><p>Em caso afirmativo, desapegue do rancor. Por força da “nossa condição”, já há sentimentos colaterais em demasia para lidarmos. Seria capaz até de ser grato aos que aplicaram inconscientes chutes na bunda, impulsionando o entendimento particular de mundo que só hoje se revela. Compreensão essa que permite, 20 primaveras depois, apenas enterrar tamanho despreparo pedagógico. Ainda que nada justifique um educando ser chamado de burro. Mesmo que por um educador oriundo da geração que normalizava o bullying.</p><p>E tome relacionamentos desmanchados, porque seus filtros afetivos são intensos demais, ao mesmo tempo que relapsos para as exigências legais/sociais de uma união. Até aquele momento em que encontras uma alma psicologicamente gêmea, “te gostando” do jeitinho que és. Ou que não encontre, se preenchendo de si mesmo e estando perfeitamente resolvido com isso. E tome amizades arranhadas, porque seus convivas de infância te cobram periodicidade, onde você só consegue oferecer intensidade: “mano, num me chama de sumido, Ok!? E aceita que, quando nos encontrarmos, vai parecer a época que matávamos aula na locadora de videogames”.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/blog_2.png" class="kg-image" alt="Confessionário"></figure><p>Mas até assumirmos nossa síndrome de Gabriela, muita energia é gasta em tentar se enquadrar pra agradar. Parecer adequado ao comportamental da maioria é diretamente proporcional ao consumo de ansiolíticos/horas de terapia. Sendo que matematicamente a expressão se equalizaria apenas em cantarolarmos a plenos pulmões: “Eu nasci assim, eu cresci assim; Eu sou mesmo assim; Vou ser sempre assim; Gabriela, sempre Gabriela”. A pérola de Caymmi é talvez o maior FODA-SE da MPB.</p><p>Música: traduzia-me o mundo para os códigos que conseguia entender, seja escutando, tocando ou grafando sobre. Como dito, outro sintoma da percepção particular do existir é a excelência em algumas áreas, compensando o déficit noutras. Juntando vocábulos e acordes, consegui enfim construir uma ponte com a realidade, escrevendo para revistas especializadas em... Música! Foi quando me apaixonei por Ian Curtis. Para não estragar a imagem que criei do vocalista do Joy Division, fugia de Control, sua cinebiografia. Ledo engano. Quase 15 anos depois venci a paúra, maravilhando-me com o preto e branco da película.</p><p>Tons esses que traduziam a frieza de um lugarejo na Terra da Rainha, onde o semi-adolescente Ian contraiu matrimônio, teve uma filha, descobriu sua epilepsia e entupiu-se com coquetéis de medicamentos experimentais. Ao se deparar com uma jovem portadora do mesmo, vestida com um capacete de rúgbi por temer quedas durante as crises... Ian colapsou-se mentalmente e partiu aos 23. Trágico, se não captarmos a mensagem subliminar do longa-metragem.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/blog_3_confessionario.png" class="kg-image" alt="Confessionário"></figure><p>Bombardeado por avalanches de infortúnios, o que também lhe colateralizava compreensões particulares do existir... Ian Curtis decodificou a vida usando a música como filtro e combustível - mesmo que temesse os palcos, antevendo crises que realmente ocorreram durante os shows. Talvez o calor e a cor dos trópicos prenderiam Curtis por mais tempo neste plano. Cores tão berrantes quanto as camisas do mutante Arnaldo Baptista, com quem eu encontrava regularmente antes da pandemia.</p><p>Caminhávamos na mesma pracinha aqui perto de casa. Fazia o percurso em sentido contrário, só para cortar frente a frente com Arnaldo. Eram tempos sem máscaras, e a cada vez que nos cruzávamos, desmanchava-me em sorrisos. Ele entendia o recado, devolvendo enlouquecidas gargalhadas. Um sonoro dialeto gestual grafado em hieróglifos - língua falada apenas por quem habita universos particulares.   </p><p>--</p><p><strong>Sobre o autor:</strong> nascido na mitológica Caratinga (MG), Tiago Santos-Vieira fez voto de pobreza ao optar pelo Jornalismo (UFJF). Da miséria, passou à escravidão voluntária, trabalhando com periódicos em São Paulo (chegando a morar em um MOTEL). Foi um rasgo temporal produtivo, com publicações nas revistas Rolling Stone, Trip/TPM, Riders e no Diário de Guarulhos. Fechado esse ciclo, voltou à Terra do Nunca, vulgo Caratinga, passando uma temporada trancafiado num quarto escuro. Quando viu a luz, fora aprovado em um concurso público e estava grávido de um livro. Foi então morar em Brasília, onde, após sanguinolenta gestação, pariu o suspense <strong>Elos do Mau Agouro</strong>. Torna agora a Minas, publicando o infantil <strong>As Aventuras do Super Careca</strong> e o suspense <strong>Dança das Bestas. </strong><em><strong>Siga o Autor: @santosvieiratiago</strong></em></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Maquiando Surtos]]></title><description><![CDATA[Mesmo em tempos sombrios, muitas pessoas se descobriram artisticamente, sabia? Dons intimamente guardados foram externados em formato de passatempo, amenizando as ansiedades do confinamento.]]></description><link>https://blog.chicorei.com/maquiando-surtos/</link><guid isPermaLink="false">6023f4928335ed3e4308eeec</guid><category><![CDATA[maquiagem]]></category><category><![CDATA[arte]]></category><dc:creator><![CDATA[Tiago Santos-Vieira]]></dc:creator><pubDate>Thu, 11 Feb 2021 15:01:55 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/02/Sem-T-tulo-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/02/Sem-T-tulo-1.png" alt="Maquiando Surtos"><p>Novamente ao lugar comum, falemos da pandemia, porém aliviando a pesada carga que estamos a carregar. Um respiro, perante a enxurrada de notícias ruins que recebemos diuturnamente - ainda que a vacina esteja logo ali. Mesmo em tempos sombrios, muitas pessoas se descobriram artisticamente, sabia? Dons intimamente guardados foram externados em formato de passatempo, amenizando as ansiedades do confinamento.</p><p>Dentre tantos personagens aflorados na pandemia, pincemos um que foi de cabeça na maquiagem artística: Juliana Guimarães. Seu interesse nesta modalidade nasceu numa visita à Horror Expo, em 2019, no Anhembi (São Paulo), onde emprestou o rosto como modelo para os profissionais da Color Make. Aquelas horas passadas no estande da marca, uma das maiores do mundo no segmento, serviram de laboratório. Ela “sentiu na pele” as técnicas, os produtos e absorveu as dicas dos profissionais que a maquiavam.</p><p>De lá pra cá, Juliana se aprofundou em estudos sobre maquiagem artística - tudo exteriorizado no período de pandemia. Seus vídeos e fotos nas redes sociais estão sendo muito bem recebidos, gerando uma “gratificação terapêutica” para lidar com a realidade desses novos tempos.</p><p>As imagens a seguir falam por si só, mais uma vez reconhecendo o potencial transformador da arte.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/M-scara-Teatro.jpg" class="kg-image" alt="Maquiando Surtos"></figure><!--kg-card-begin: html--><iframe width="100%" height="729px" src="https://www.youtube.com/embed/WlcxWJhtc2Y" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe><!--kg-card-end: html--><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/Zumbi-do-Espa-o.jpg" class="kg-image" alt="Maquiando Surtos"></figure><!--kg-card-begin: html--><iframe width="100%" height="729px" src="https://www.youtube.com/embed/9a8_Hue1c78" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe><!--kg-card-end: html--><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/IMG-20210201-WA0000-1.jpg" class="kg-image" alt="Maquiando Surtos"></figure><!--kg-card-begin: html--><iframe width="100%" height="729px" src="https://www.youtube.com/embed/gDgTTsi7wnU" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe><!--kg-card-end: html--><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/Caveira-Derretida.jpg" class="kg-image" alt="Maquiando Surtos"></figure><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/O-Grinch.jpg" class="kg-image" alt="Maquiando Surtos"></figure><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/02/Make-Horror-Expo-2019.jpg" class="kg-image" alt="Maquiando Surtos"></figure><p><strong>Confira o trabalho de Juliana Guimarães no Instagram <a href="http://www.instagram.com/jumrguimaraes">@jumrguimaraes</a> e no TikTok <a href="https://www.tiktok.com/@jullymakeup">@jullymakeup</a> !!!</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Dicas de moda e estilo: descobrindo sua identidade pelo vestuário!]]></title><description><![CDATA[As roupas falam muito mais do que imaginamos. Descubra as facetas do seu estilo com essas dicas de moda em 2 etapas para criar sua identidade.  ]]></description><link>https://blog.chicorei.com/dicas-de-moda-e-estilo-descobrindo-sua-identidade-pelo-vestuario/</link><guid isPermaLink="false">600f09c08335ed3e4308ee9b</guid><category><![CDATA[dicas de moda]]></category><category><![CDATA[moda]]></category><category><![CDATA[estilo]]></category><category><![CDATA[identidade pelo vestuario]]></category><dc:creator><![CDATA[Chico Rei]]></dc:creator><pubDate>Mon, 25 Jan 2021 18:19:23 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/Dicas-de-moda-e-estilo-descobrindo-sua-identidade-pelo-vestu-rio.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<h1></h1><img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/Dicas-de-moda-e-estilo-descobrindo-sua-identidade-pelo-vestu-rio.jpg" alt="Dicas de moda e estilo: descobrindo sua identidade pelo vestuário!"><p>O estilo em que nos vestimos e portamos é capaz de comunicar muitas coisas, sobre nossos gostos, sobre nosso humor e, até mesmo, quando estamos passando por momentos delicados. Afinal, isso vai além de ser uma necessidade social: o ato de escolher uma peça de roupa, qualquer que seja ela, manifesta nossa identidade.</p><p>Entretanto, nem todos podem ter se encontrado em um estilo. Uma hora, preferem determinadas peças; em outro momento, já não sentem vontade de usá-las. É nesse período de incertezas e indecisões que as <strong>dicas de moda </strong>entram.</p><p>Por meio delas, é perfeitamente possível encontrar seu estilo, aquela maneira de se vestir que vai comunicar para o mundo a sua <strong>identidade </strong>única e cheia de facetas.</p><h2 id="moda-e-estilo-termos-que-andam-lado-a-lado">Moda e estilo: termos que andam lado a lado</h2><p>Moda e estilo, considerados termos que se relacionam, possuem significados diferentes, que são importantes de conhecer para conseguir transmitir sua autoexpressão<strong> </strong>para os outros.</p><p>Levando em consideração todas as <strong>características culturais e identitárias </strong>da moda, é passível de compreensão que, há muito, ela deixou de ser apenas algo social, aquele ato de se vestir para cobrir suas intimidades.</p><p>Entretanto, ela por si só não deve ditar todas as suas preferências e as peças que terá seu guarda-roupa. Porque, mesmo com sua imensidão, a moda nem sempre pode estar em consenso com os pensamentos que passam por sua mente.</p><p>Ela é uma referência, roupas criadas para elencar uma tendência conforme estações, para agradar as pessoas que dela usufruem. Por ser inconstante, a todo momento colocando uma coisa nova sob os holofotes, ela pode ser facilmente descartável. O que se considera moda neste exato momento na semana seguinte pode ser ultrapassado.</p><p>Assim, mesmo que possa carregar cultura e identidade de uma determinada parcela da sociedade, não consegue, em sua maioria, expressar de modo único as milhares de personalidades existentes por aí.</p><p>Nesse momento, o estilo<strong> </strong>surge como a luz no fim do túnel para pessoas que ainda não se encontraram ou que desejam gritar para o mundo o quão especiais, únicas e cheias de complexidades elas podem ser, por meio de algo tão corriqueiro quanto peças simples, como uma <a href="https://chicorei.com/camiseta/">camiseta</a>.</p><p>Em contrapartida, isso não significa que não possam existir estilos semelhantes, isso é totalmente possível – seria muito excêntrico negar. Mas é preciso ser internalizado que <strong>cada pessoa possui um modo de ser</strong>, de agir e de pensar. Consequentemente, o que ela escolhe em diferentes momentos de sua vivência pode, sim, ser distinto.</p><p>O estilo é muito mais sobre o poder de escolha que temos, refletindo nossas prioridades e trejeitos. Ele pode se estagnar, mas também pode evoluir a cada fase da vida, afinal é tudo sobre o eu, singular, não sobre o coletivo.</p><p>Mas <strong>como descobrir o próprio estilo?</strong> Isso, momentaneamente, pode parecer uma questão complicada de se resolver, pois envolve muito mais do que escolher uma roupa. Entretanto, com algumas reflexões e tentativas, você poderá, finalmente, encontrar-se em um estilo.</p><p>Na mente, é preciso ter muito claro que, ao encontrá-lo, um consenso deve ser pensado e materializado entre o que aparenta ser e o que é de fato, visto que, concomitantemente ao tempo em que o visual pode exprimir nossas qualidades, as fraquezas também podem ser expostas.</p><h2 id="anatomia-da-personalidade-formando-a-pr-pria-identidade">Anatomia da personalidade: formando a própria identidade</h2><p>Já teve aquele momento na vida em que você parou para ponderar: “<strong>Quem sou eu</strong>?”. Essa simples pergunta pode acarretar em inúmeras reflexões, sobre de onde você vem, qual é o seu lugar no mundo, do que você gosta, entre tantas outras.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/personalidade-formando-a-propria-identidade-homem-escutando-musica-fone.jpg" class="kg-image" alt="Dicas de moda e estilo: descobrindo sua identidade pelo vestuário!"></figure><p>Essa indagação é um dos passos iniciais para conhecer a si, definindo suas limitações, o que te agrada, qual é o seu jeito de agir e tudo o que te torna quem você é.</p><p>De maneira mais simples, há um pequeno passo a passo de duas etapas que pode auxiliar na formação do seu estilo. As etapas do processo são:</p><h3 id="autoconhecimento">Autoconhecimento<br><br></h3><p>O processo de<strong> entender a si</strong> é importante, talvez o principal, para definir por qual estilo você vai optar para modificar e te representar.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/autoconhecimento-mulher-lendo.jpg" class="kg-image" alt="Dicas de moda e estilo: descobrindo sua identidade pelo vestuário!"></figure><p>Quando falamos em roupas, qual mais te deixa satisfeito e feliz? O que faz com que você se sinta à vontade? Você se interessa só por roupas ou sapatos e acessórios também te chamam a atenção? Você pende para o lado das cores ou do neutro? Há personalidades famosas que te inspiram?</p><p>Ainda, é possível questionar: qual é a sensação de estar vestindo determinada roupa? Qual a mensagem que você quer transmitir logo de cara? Qual o impacto visual que você quer causar no mundo?</p><p>Responder a tudo o que se questionou é um modo de <strong>definir o que levará consigo</strong> e o que descartará, pois não combina com o modo que você se vê, que corrobora com o seu ser. Em seguida, basta deixar definido que começará, neste dia de autoconhecimento, a priorizar exatamente o que definiu, sem cair na loucura que o capitalismo pode gerar e consumir inconsequentemente.</p><h3 id="desapego">Desapego<br><br></h3><p>O desapego é como<strong> uma limpeza espiritual </strong>de todas as partes que te prendiam. Trazendo para os sentidos indumentários, de maneira simples, é se desfazer das roupas que te prendem no padrão estabelecido pela coletividade.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/desapego-cabides-vazios.jpg" class="kg-image" alt="Dicas de moda e estilo: descobrindo sua identidade pelo vestuário!"></figure><p>Neste passo, provavelmente, haverá muitas peças que se encaixarão com o que você definiu como prioridade e outras nem tanto.</p><p>Não deixe o acumulador dentro de si falar mais alto, desapegue das roupas antigas sem mais delongas. Assim, as amarras da indecisão estarão soltas, deixando você livre para ter só o que te agrada e o que te define.</p><p>Podem parecer simples passos, mas fazem uma diferença colossal no modo de enxergar a si e ao mundo. Se preferir, pode até montar uma lista de prioridades, organizando-a conforme o que descobriu sobre si. <strong>A visualização ajuda a reflexão</strong>.</p><p>Para conhecer muito mais sobre o mundo incrível, vasto e esclarecedor da moda e todas as subclasses a envolvem, acompanhe nossas publicações semanais!</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A linguagem das roupas: a simbologia da autoexpressão]]></title><description><![CDATA[As roupas falam muito sobre nós, tornando-se símbolos de expressão identitárias. Mas o que expressamos por meio de uma indumentária? Saiba a seguir!]]></description><link>https://blog.chicorei.com/autoexpressao-e-moda-o-que-sua-roupa-diz-sobre-voce/</link><guid isPermaLink="false">5ffcb5d98335ed3e4308ed71</guid><category><![CDATA[roupas]]></category><category><![CDATA[moda]]></category><category><![CDATA[expressão cultural e moda]]></category><dc:creator><![CDATA[Chico Rei]]></dc:creator><pubDate>Fri, 22 Jan 2021 19:17:19 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/A-linguagem-das-roupas-a-simbologia-da-autoexpress-o_opt-opt.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/A-linguagem-das-roupas-a-simbologia-da-autoexpress-o_opt-opt.jpg" alt="A linguagem das roupas: a simbologia da autoexpressão"><p>Há várias formas de se comunicar para além da expressão verbal. Um gesto, uma imagem e até mesmo o silêncio são formas legítimas de dizer tudo e nada. E dentre os diversos modos de dizer algo a alguém, encontramos as roupas.</p><p>Talvez você nunca tenha pensado filosoficamente a respeito da importância de uma vestimenta para a sua <strong>expressão identitária</strong>, no entanto, o não pensar não te exime do fato de que, todas as vezes que você se veste, você está comunicando uma insígnia de sua personalidade, quer queira, quer não.</p><p>Isso se deve ao fato de que as roupas, há muito, deixaram de ser apenas peças funcionais que visam nos proteger do clima e dos olhares tortuosos que a nudez de nossos corpos conquistaram ao decorrer da história da humanidade.</p><p>Atualmente, desconsiderar todo <strong>valor cultural e social</strong> de identificação concernente às roupas é um movimento um tanto quanto leviano. Afinal, em um mundo de corporeidades dietéticas, como poderíamos dizer que as nossas roupas são incapazes de definir ao menos uma parte de nós mesmos?</p><p>Ora, é inegável que a natureza humana também é um produto social e que sua expressão se dá por intermédio da justaposição de <strong>símbolos </strong>que se constroem naquilo que lhe transpassa e ostenta.</p><p>Nesse sentido, torna-se legítima a análise das roupas como uma <strong>forma de comunicar as particularidades de um indivíduo </strong>e suas similaridades que o fazem pertencer a um determinado grupo.</p><p>A moda comunica identidades múltiplas, mas também os pontos de intersecção de particularidades, unindo singularidades sob a padronização de tendências extemporâneas e sazonais – não é este mesmo o intuito da fast fashion, enquanto a <a href="https://blog.chicorei.com/a-moda-consciente-como-resposta-a-alienacao-do-fast-fashion/">slow fashion</a> tende a expressar um movimento de independência a um processo de alta massividade fabril?</p><h2 id="a-ideia-de-diferencia-o-e-individualiza-o">A ideia de diferenciação e individualização</h2><p>O significado simbólico que podemos outorgar a uma roupa é resultado da relação harmônica ou conflituosa entre corpo e indumentária. Essa relação é capaz de replicar signos que desnudam processos culturais consolidados no universo da moda e, claro, delimitar os papéis sociais dos indivíduos de uma comunidade.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/diferencia-ao-individualizacao-punk.jpg" class="kg-image" alt="A linguagem das roupas: a simbologia da autoexpressão"></figure><p>Segue-se, assim, que o corpo, enquanto um elemento material, é um comunicador identitário. E, como se não pudesse comunicar solitariamente, a nossa performance corporal diária é marcada pelos significados dos ornamentos que usamos no dia a dia.</p><p>Associado a uma peça de roupa, <strong>o corpo passa a ser produtor de sentidos</strong>, diferenciando e construindo um conjunto de papéis sociais. A indumentária disposta sobre um corpo ecoa uma identidade em uma forma discursiva condizente com uma estrutura social já cristalizada.</p><p>Assim, em uma relação dialógica, o sujeito utiliza-se das roupas conscientemente ou inconscientemente para ser e fazer parte delas e, no limite, transpassa os seus significados funcionais, criando condições de se dizer parte integrante do mundo, enquanto indivíduo.</p><p>E, enquanto indivíduo, está pronto para se fazer comunidade. Não à toa, muitos grupos sociais expressam sutilezas de comportamentos e condutas por meio da moda, imprimindo irrevogavelmente os seus próprios valores, como é o caso das tribos de punks, skatistas, hippies, skinheads, góticos etc.</p><p>O ponto nevrálgico é que a expressão de um grupo pode ou não ser assimilada por um indivíduo, acarretando, assim, na dissolução de sua individualidade em prol da coletividade.</p><p>No entanto, podemos ainda considerar que as tendências globais do mundo da moda, mesmo que aceitas por um indivíduo, não têm o poder de apagá-lo por inteiro, dado que a sua comunicação, ainda assim, é feita a partir de um corpo individual, mesmo que em meio a maior massificação e padronização do mercado.</p><p>Assim, as <strong>roupas que vestem cada individualidade</strong> ora podem ocultar, ora podem expressar um modo de ser e estar no mundo. Ora desvelam gostos e princípios, ora potencializam aqueles desejos mais ocultos e recalcados, em tons freudianos.</p><p>Seja para mentir ou desmentir, revelar ou ocultar, gritar ou silenciar, teatralizamos o tempo inteiro o que somos ou o que gostaríamos de ser por meio de um corpus simbólico indumentário.</p><p>Dessa forma, a moda constitui-se como ferramenta de <strong>construção de subjetividades</strong>, criando personas individuais ou coletivas, repletas de uma essência inexorável a qualquer e todo ser humano: uma Natureza de símbolos. Não seria essa a máxima da auto expressão?!</p><h2 id="o-que-podemos-comunicar-com-as-roupas-que-usamos">O que podemos comunicar com as roupas que usamos</h2><p>Como já notamos, as roupas são signos de nossa autoexpressão. Antes que você possa se comunicar verbalmente, <strong>você é lido visualmente pela sociedade</strong> e, tão logo, reduzido ao que veste.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/roupas-comunicam-garota-japonesa-jaqueta.jpg" class="kg-image" alt="A linguagem das roupas: a simbologia da autoexpressão"></figure><p>Quando notamos os processos de evolução do vestuário ao longo da história, percebemos que mais do que nos tornar aquecidos e/ou protegidos dos agentes internos, as roupas ainda são capazes de simbolizar um status social.</p><p>Nesse sentido, deixamos de outorgar às roupas uma função eminentemente prática para conceder funções diversas, ligadas a um movimento de autoexpressão orgânica. Usamos o nosso corpo e nossas roupas para dizer quem somos.</p><p>Assim, em um primeiro momento, a roupa que você veste diz o que você é, ou ao menos o que você quer que pensem que seja. Dessa forma, a possibilidade de escolher uma vestimenta nos concede a oportunidade de fazer de nosso corpo um solo fértil de atualização de variadas formas de ser.</p><p>Ora, podemos utilizar das indumentárias para performar nossos gostos, particularidades, condição social e identidade de gênero. Assim, as roupas tornam-se símbolos de <strong>autoafirmação de nossa própria imagem</strong>, mas também da construção de novas identidades.</p><p>Na linha fronteiriça do individual e do social, as roupas que te vestem podem sinalizar uma interação simbólica com diferentes grupos em diversas camadas sociais. Um uniforme, por exemplo, nos coloca mais próximos de determinadas camadas sociais e nos distancia de outras. E ao fazê-lo, as roupas comunicam um “nós”, que não deixa de se fazer pela multiplicidade de EUs.</p><h2 id="as-roupas-que-nos-desnudam">As roupas que nos desnudam</h2><p>Não se engane. Distintivas, as roupas te desnudam. Elas gritam verdades ou mentiras a respeito da sua <strong>classe social, faixa etária, gênero e singularidades</strong> e nesse movimento incessante, as roupas se tornam códigos a serem decifrados em uma linguagem que muitas vezes extrapola o verbal.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/roupas-desnudam-garota-sorrindo-cabelo-rosa.jpg" class="kg-image" alt="A linguagem das roupas: a simbologia da autoexpressão"></figure><p>Vestir-se passa a ser um ato de comunicação que exige formas mais eficazes de se expressar. Assim como as nossas ações dizem muito sobre nós mesmos, as roupas também dizem. Elas comunicam às pessoas com as quais nos relacionamos, dia após dia, aspectos distintivos de nossa personalidade, muitas vezes, bem mais do que gostaríamos.</p><p>Se grande parte de nossa comunicação se dá de modo não verbal, as roupas que vestimos têm grande poder de expressar a nossa preocupação (ou despreocupação) com coisas muitas vezes básicas e elementares, como a nossa higiene, sendo propulsora até mesmo para a perda de grandes oportunidades.</p><p>Encontramos, assim, uma linha tênue entre <strong>o que queremos expressar e o que de fato expressamos</strong> e, feliz ou infelizmente, vestir-se não deve ser encarado como uma receita de bolo.</p><p>Ao considerarmos a comunicação das roupas como algo indelével e irrevogável, talvez, a única coisa que nos resta é sermos fiéis aos nossos propósitos estéticos e, como não, com os nossos próprios propósitos individuais. Nesse sentido, utilizamos as roupas como signos capazes de nos informar ao invés de nos usar.</p><p>Portanto, entre o dito e o não dito, fiquemos com o dito, afinal, não dizer não é uma escolha se tratando do universo da moda.</p><p>Chegamos ao fim de mais um post. Gostaram? Então, conte-nos aí nos comentários: quais caracteres de sua personalidade você busca autoexpressar com as roupas que usa?</p><p>Para mais conteúdos como esse, não deixe de acompanhar as postagens aqui do blog. Escrevemos posts semanais com conteúdo reflexivo e entretenimento de qualidade especialmente para você.</p><p>Até a próxima.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!]]></title><description><![CDATA[Está a fim de uma sessão nostalgia? No post de hoje, comentamos as melhores séries dos anos 90 para assistir de novo. Confira quais merecem reprise!
]]></description><link>https://blog.chicorei.com/series-dos-anos-90-titulos-que-todo-mundo-precisa-assistir/</link><guid isPermaLink="false">5fdce65d8335ed3e4308eb0b</guid><category><![CDATA[séries]]></category><category><![CDATA[1990]]></category><category><![CDATA[desenhosanimados]]></category><category><![CDATA[series anos 90]]></category><dc:creator><![CDATA[Chico Rei]]></dc:creator><pubDate>Mon, 18 Jan 2021 20:28:31 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/S-ries_-dos_-_anos_-90-veja_-_quais_-_merecem-_-reprise-.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/S-ries_-dos_-_anos_-90-veja_-_quais_-_merecem-_-reprise-.jpg" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"><p>Para quem não abre mão de assistir a uma boa série nas horas vagas, revisitar as séries dos anos 90 – ou conhecê-las, em alguns casos – pode ser uma forma de renovar o passatempo.</p><p>Afinal, lá atrás, já tínhamos acesso a <strong>produções icônicas e marcantes</strong> que, mesmo sem os grandes efeitos especiais de hoje em dia, conseguiram angariar fãs de todas as idades até os dias de hoje!</p><p>Entre desenhos animados, seriados e séries de filmes, os títulos de 1990 são excelentes para mostrar a cultura e os valores da época, bem como o desenvolvimento das produções artísticas. Isso sem falar que alguns enredos são tão cativantes que estão no topo das plataformas de streaming atuais!</p><p>Por isso, hoje, a Chico Rei levanta as <strong>principais séries da década de 1990</strong> a que todo mundo deveria assistir – seja para conhecer ou relembrar!</p><h2 id="s-ries-dos-anos-90-anima-es-e-desenhos-infantis">Séries dos anos 90: animações e desenhos infantis</h2><p>Não poderíamos falar das séries que fizeram sucesso na década de 90 sem trazer os grandes títulos que marcaram a infância de uma geração. Por isso, iniciamos nossa lista com as melhores animações e desenhos dos anos 90 que você precisa conhecer ou reassistir:</p><h3 id="as-meninas-superpoderosas">As Meninas Superpoderosas</h3><p>Quem não se lembra de Docinho, Lindinha e Florzinha, que usavam seus ultra-super poderes e dedicavam suas vidas para combater as forças do mal? O sucesso do desenho animado foi tanto que, mesmo tendo sido produzido de <strong>1998 a 2005</strong>, é um sucesso mundial até hoje.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/meninas-superpoderosas.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>As três garotinhas com poderes especiais possuem um <strong>visual retrô</strong>característico e combatem diferentes vilões diariamente, ao mesmo tempo que lidam com dilemas da vida infantil, seja na escola ou em casa.</p><p>É a pedida perfeita para assistir com os amigos ou para mostrar para os pequenos. Outro ponto alto da série é que trouxe <strong>meninas como super-heroínas</strong>, abrindo horizontes de possibilidades a uma geração de meninas superpoderosas da vida real!</p><h3 id="os-simpsons">Os Simpsons</h3><p>Já são mais de 30 anos inovando com uma <strong>comédia satírica</strong> nas telinhas de todo o mundo: Os Simpsons foi lançada em 1989 e continua sendo produzida atualmente. O desenho de personagens amarelos e visuais caricatos, com protagonismo da família Simpson, é inovador e merece um tempo especial na sua maratona de séries.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/os-simpsons.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>O humor transita pelas piadas já batidas e pelas sátiras e <strong>críticas sociais</strong> que o desenho aborda. A família estadunidense de classe média típica traz à tona diversas dinâmicas, padrões sociais e culturais sob um viés ironizado.</p><p>E mesmo que você não conheça a série, com certeza já se deparou com alguma das “previsões dos Simpsons” pela internet – várias vezes o desenho pareceu prever acontecimentos da vida real, alguns catastróficos!</p><p>Lisa, Marge, Homer e Bart são os personagens que formam essa família icônica que</p><p>protagoniza a mais longa série da história: já são <strong>30 temporadas</strong>.</p><h3 id="fam-lia-dinossauro">Família Dinossauro</h3><p>Origem de diversos bordões memoráveis, a série Família Dinossauro foi mais um dos grandes sucessos dos anos 90. O humor da série segue o mesmo estilo daquele explorado em Os Simpsons, com<strong> sátiras sociais muito bem formuladas</strong>.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/familia-dinossauro-2.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Na série, acompanhamos o dia a dia de uma família de dinossauros de classe média estadunidense, que fazia constantes exposições bem-humoradas dos furos no famoso “sonho americano”.</p><p>Produzida pela Disney, Jim Henson Produções e Michael Jacobs Produções, entre 1991 e 1994, a série chegou às telinhas brasileiras em 1992 e permaneceu no ar por muito tempo. Baby, o bebê da família Silva Sauro, foi um dos personagens mais icônicos, arrancando muitas risadas com o bordão “Não é a mamãe”.</p><h3 id="alf-o-eteimoso">ALF - O Eteimoso</h3><p>A série estadunidense ALF também foi sucesso entre adultos e crianças da época. O nome do ET Alf nada mais é do que a sigla para <em>Alien Life Form</em> – ou Forma de Vida Alienígena, em português.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/alf-o-eteimoso.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>O Eteimoso era um personagem extraterrestre sem massa encefálica, o que provocava frases e situações cômicas ao longo dos episódios. O boneco contracenava com elenco humano, como parte de uma família.</p><p>A série foi cancelada no final do ano de 1990 e transmitiu um episódio marcante e emocionante para darmos adeus a Alf.</p><h3 id="o-laborat-rio-de-dexter">O Laboratório de Dexter</h3><p>Criado por Genndy Tartakovsky, O Laboratório de Dexter foi uma das principais produções da <strong>Cartoon Network</strong>. A série retratava o dia a dia no laboratório do pequeno gênio cientista Dexter e sua relação com DeeDee, a irmã mais velha.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/o-laboratorio-de-dexter.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>A diversão ficava por conta das experiências que o cientista tentava reproduzir, sempre atrapalhadas pela irmã. Os personagens caricatos e a dublagem marcante fizeram com que a série ganhasse um espaço especial na infância de muitas pessoas – sua produção foi relativamente rápida, de 1996 a 2003.</p><h3 id="south-park">South Park</h3><p>Foi na década de 90, também, que a animação South Park foi lançada para polemizar a televisão e repercutir na mídia. Ela se passa na cidade que a nomeia, e mostra as aventuras um tanto estranhas de Eric, Kyle, Stan e Kenny, quatro crianças em <strong>animação de primeiro plano</strong>.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/south-park.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>O sucesso iniciado em 1997 foi tanto que a série recebeu o <strong>Prêmio Peabody</strong>, dado a serviços públicos realizados com distinção e mérito.</p><p>Séries dos anos 90: baseadas em filmes e continuações</p><p>Os filmes também renderam séries e continuações marcantes nos anos 90. Seja uma produção baseada em um sucesso cinematográfico ou trilogias de sucesso, vale a pena ver de novo esses títulos:</p><h3 id="jornada-nas-estrelas-ds9">Jornada nas Estrelas: DS9</h3><p>Fugindo da rota das produções de Star Trek, a série <em>Star Trek: Deep Space Nine</em> inovou no mundo intergaláctico apresentado nas telinhas. Nela, DS9 é um posto fixo no espaço onde as diferentes raças de aliens se encontram.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/jornada-nas-estrelas-ds9.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Ela ganha destaque por colocar um<strong> homem negro como oficial comandante</strong>, o protagonista, pela primeira vez na franquia. O personagem foi vivido por Avery Brooks.</p><h3 id="star-trek-the-next-generation">Star Trek: The Next Generation</h3><p>Quando uma nova tripulação assume a <em>Enterprise,</em> surge Jornada nas Estrelas: A Próxima Geração, para dar continuidade à famosa série de <strong>ficção científica</strong>. As ações na nova produção são mais convincentes e ricas e contam com atuações memoráveis e marcantes, como a de Patrick Stewart, que viveu o Capitão Picard. Ela foi produzida entre 1987 e 1994.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/star-trek-next-generation.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><h3 id="sex-and-the-city">Sex and the City</h3><p>Mudando totalmente de cenário temos <em>Sex and the City</em>, um seriado (que também é filme) baseado no livro de Candace Bushnell, de mesmo nome. Ele inova ao trazer à tona a <strong>sexualidade feminina sendo falada por mulheres</strong>: quatro amigas nova-iorquinas que compartilham aventuras no mundo do trabalho, das paixões e da moda.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/sex-and-the-city.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>A relação amorosa e social com o sexo oposto é o ponto-chave da série, tratado de forma aberta, divertida e, por vezes, reflexiva. Foi nesse seriado, produzido entre 1998 e 2004, que Sarah Jessica Parker teve um crescimento exponencial em sua carreira.</p><h2 id="s-ries-cl-ssicas-dos-anos-90-para-rir-e-se-emocionar">Séries clássicas dos anos 90: para rir e se emocionar</h2><h3 id="um-maluco-no-peda-o">Um Maluco no Pedaço</h3><p>Estrelando <strong>Will Smith</strong>, Um Maluco no Pedaço é, com certeza, uma das séries mais amadas e assistidas pela geração de 90, inclusive aqui no Brasil. Da abertura marcante até os finais cômicos ou emotivos, era impossível tirar os olhos das telinhas quando a série começava.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/um-maluco-no-pedaco.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>O enredo se dá em torno da história do jovem de periferia Will, que se muda para a casa dos tios ricos em Bel Air. Ela é, de forma geral, composta majoritariamente por <strong>pessoas negras em diferentes posições sociais</strong>, o que já é um grande diferencial.</p><p>A série aborda temas relevantes como a luta antirracista, movimentos sociais, o racismo insitucional, policial, abondono paterno, entre outros pontos. Com ela, você poderá rir e chorar na mesma intensidade e conhecer o começo da carreira de um dos maiores nomes de Hollywood!</p><h3 id="lei-ordem">Lei &amp; Ordem</h3><p>Um dos grandes fenômenos das <strong>séries policiais</strong> de todos os tempos, Lei e Ordem, ou <em>Law and Order,</em> em inglês, é uma das séries mais longas já produzidas, contando com 4 relançamentos e 456 episódios.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/law---order.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Com cerca de 20 anos de história nas telinhas, o enredo apresenta a investigação e resolução de crimes, bem como o seu julgamento e o dia a dia de promotores. O sucesso foi grande e garantiu <strong>versões de diferentes países</strong>, como a russa, a francesa e a britânica.</p><h3 id="barrados-no-baile">Barrados no Baile</h3><p>É claro que as séries adolescentes não estariam de fora dessa lista, pois são sempre sucesso entre o público jovem – inclusive lá na década de 90. No ar entre 1990 e 2000, Barrados no Baile é uma das séries que mais <strong>marcam o estilo daquela época</strong>.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/barrados-no-baile.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Os personagens usam roupas e penteados que estavam em alta, e até a trilha sonora e a dublagem da série colaboram para te transportar aos anos 90. Aliás, o enredo envolve um grupo de amigos da classe alta – vale à pena reviver essa onda!</p><h3 id="sopranos">Sopranos</h3><p>Há quem diga que essa foi a melhor série lançada ainda na década de 90. Mesmo que o período de produção tenha sido de 1999 a 2007, Sopranos merece estar nessa lista devido ao grande impacto que causou na cultura televisiva estadunidense – consequentemente, mundial.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/sopranos.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Tony Soprano protagonizou a série como um <strong>grande mafioso</strong>, de personalidade calculista e fria, que mostra sua vulnerabilidade após um ataque de pânico. Ao mesmo tempo em que é um criminoso sórdido, ele tenta se mostrar um <strong>bondoso pai de família</strong> no dia a dia com os filhos.</p><h3 id="power-rangers">Power Rangers</h3><p>Com início em 1993, a série Power Rangers é sucesso entre meninas e meninos até os dias atuais. O elenco, que mudava constantemente ao longo das <strong>22 temporadas</strong> já produzidas, envolvia sempre um grupo de jovens que se transformavam em heróis para combater o mal.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/power-rangers.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>As cores clássicas e o design das roupas que apareciam magicamente após “morfar” são marcantes e inesquecíveis, inspirando até fantasias em festas e carnavais todos os anos. Quem não se lembra dos MegaZords que eram construídos quando os jovens se uniam? O robô gigante era o ponto ápice de diversos episódios.</p><p>Não é à toa que a série inspirou muitos outros nichos na cultura pop: hoje, os fãs podem encontrar canecas, fitas, mochilas e até <a href="https://chicorei.com/power-rangers">camisetas de Power Rangers</a> para compartilhar sua paixão por onde forem.</p><h3 id="friends">Friends</h3><p>Como falar de séries dos anos 90 sem mencionar Friends, não é? Gravada de <strong>1994 a 2004</strong>, a série foi estrondosa na época e é muito aclamada até os dias atuais, contando com fãs de todas as idades.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/friends.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Ela é super popular na Netflix e, geralmente, os fãs assistem às 10 temporadas várias e várias vezes. Afinal, essa <em>sitcom </em>cativa por trazer <strong>personagens comuns e problemas do dia a dia</strong> da classe média, mostrando Ross, Rachel, Chandler, Monica, Phoebe e Joey no início da sua vida adulta, lá em Nova Iorque.</p><p>As temáticas abordam relacionamentos diversos, amizade, traição, gênero e muito humor. É bem comum ter um personagem favorito depois de assistir à série e, com certeza, você irá querer fazer parte desse grupo de amigos!</p><h3 id="sabrina">Sabrina</h3><p>Se você está por dentro das plataformas de streaming, sabe que a série Sabrina foi renovada recentemente, mas ela teve sua primeira versão produzida entre <strong>1993 e 2006</strong>.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/sabrina.jpg" class="kg-image" alt="Séries dos anos 90: veja quais merecem reprise!"></figure><p>Acompanhada de seu gato preto, Salem, Sabrina lida com os problemas do dia a dia de qualquer adolescente, além de dar conta da rotina corrida de uma <strong>bruxa em formação</strong>.</p><p>E por falar no Salem, quem nunca viu por aí aquela imagem ou GIF do gato preto lixando as unhas? Esse é Salem, responsável por boa parte do humor irônico da série. Você pode assistir tanto à versão original como à nova, produzida pela <strong>Netflix</strong>, “O mundo sombrio de Sabrina”.</p><h2 id="dicas-para-aproveitar-sua-s-rie-com-nostalgia">Dicas para aproveitar sua série com nostalgia</h2><p>Agora você já tem uma lista das melhores séries dos anos 90 para relembrar ou conhecer, mas que tal deixar essa programação ainda mais especial?</p><p>Vale a pena fazer <strong>sessões para cada gênero ou tipo de série</strong>, como organizamos neste post. Assim, fica mais gostoso aproveitar cada uma e até mais fácil para escolher as suas preferidas.</p><p>Outra ideia é chamar <strong>pessoas mais novas e até crianças</strong> para assistir a algumas delas com você, mostrando um pouco do que foi a sua juventude e trazendo novas culturas televisivas. E não se esqueçam da pipoca!</p><p>Depois, dê uma passadinha aqui e conte pra gente qual a sua série dos anos 90 preferida. Nós esquecemos de alguma? Qual? Aguardamos você!</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!]]></title><description><![CDATA[Se você é uma pessoa que adora seriados, não pode deixar de conferir esses títulos da Netflix. Aproveite para atualizar sua lista com as opções!]]></description><link>https://blog.chicorei.com/melhores-series-netflix-lista-com-titulos-de-2020/</link><guid isPermaLink="false">6001f9098335ed3e4308ed7e</guid><category><![CDATA[séries]]></category><category><![CDATA[netflix]]></category><category><![CDATA[2020]]></category><dc:creator><![CDATA[Chico Rei]]></dc:creator><pubDate>Fri, 15 Jan 2021 20:48:22 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/Melhores-s-ries-Netflix-2020-confira-essa-lista-atualizada.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<h1></h1><img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/Melhores-s-ries-Netflix-2020-confira-essa-lista-atualizada.jpg" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"><p>A indústria de entretenimento é cheia de facetas, todas muito apreciadas ao redor do mundo. Com a facilidade de se adquirir plataformas que oferecem serviços de streaming, os seriados se tornaram uma das formas mais usuais de passar o tempo.Se você é uma pessoa que gosta de estar ciente sobre todas as novidades no mundo do streaming, certamente deve amar assistir a uma série. Hoje, nós da Chico Rei traremos, em uma lista super atualizada, as <strong>melhores séries da Netflix de 2020</strong>.Acompanhe a leitura para deixar separados os próximos títulos que irá assistir. Prepare uma pipoca e aquela bebida que tanto ama e vamos lá!</p><h2 id="s-ries-da-netflix-2020-mais-aclamadas-estreias-e-novas-temporadas-">Séries da Netflix 2020 mais aclamadas: estreias e novas temporadas!</h2><p>O ano de 2020 trouxe muitas surpresas, tanto boas quanto ruins. As boas, felizmente, destacaram-se no cenário televisivo, como os seriados que tanto gostamos de assistir. Para quem é consumidor assíduo de serviços de streaming, com toda a certeza, a Netflix é uma presença recorrente em casa. Para deixar seus dias e suas noites livres do tédio, confira nossa lista com várias opções de séries que fizeram<strong> sucesso em 2020 </strong>e se tornaram as melhores da plataforma do ano:</p><h3 id="o-gambito-da-rainha">O Gambito da Rainha</h3><p>A série<em> O Gambito da Rainha</em>, ou do original <em>The Queen’s Gambit</em>, foi uma ótima surpresa para o trimestre final de 2020. Baseada no livro escrito por Walter Tevis, a trama traz, como personagem principal, Beth Harmon.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/o-gambito-da-rainha.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>A menina, após perder a mãe e ir para um orfanato, aprende a jogar xadrez e rapidamente desenvolve suas habilidades. A minissérie retrata o seu crescimento como uma das mais habilidosas da área até o tão esperado jogo contra o melhor jogador de xadrez do mundo.</p><p><strong>Anya Taylor-Joy</strong>, como sempre, teve atuação impecável e digna de muitos elogios, conquistando a atenção do começo ao fim com suas lutas, seu desenvolvimento e olhares intensos. Sem sombra de dúvidas, é uma série que, se você não viu, deve entrar em sua lista!</p><h3 id="grey-s-anatomy-17-temporada">Grey’s Anatomy – 17ª temporada</h3><p>É impossível falar de melhores séries da Netflix e deixar uma das maiores produções de fora, o famoso seriado <em>Grey’s Anatomy</em>, ou <em>Anatomia da Grey </em>em português. Com uma longa história acerca de temas medicinais, entre outras abordagens, a série já tinha 16 temporadas longas.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/greys-anatomy.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>Para alegria dos fãs, a<strong> 17ª temporada chegou</strong>, este ano, acompanhando o contexto pandêmico. Apesar de não ter data de estreia na Netflix, é interessante rever alguns capítulos para relembrar os acontecimentos.</p><p>Nessa nova temporada, Meredith Grey, a personagem principal, está internada e reencontra, em flashbacks, pessoas importantes do passado.</p><p>Se você gosta de histórias bem trabalhadas, mesmo que longas, com <strong>desafios medicinais</strong>, romance, companheirismo e muitas surpresas, o título deve ser considerado em sua lista!</p><h3 id="onisciente">Onisciente</h3><p>É claro que a Chico Rei não poderia deixar de trazer obras brasileiras para este post, certo? Temos que valorizar nossa rica cultura!A série <em>Onisciente</em>, que estreou no começo de janeiro, é uma <strong>produção brasileira </strong>que envolve uma trama investigativa bem trabalhada em um futuro bem distópico. Nina, a protagonista, mora em um local que possui um sistema de vigilância e segurança com um drone para cada pessoa.Mas, quando seu pai é assassinado e os drones não registram o ocorrido, Nina vai atrás de investigar o porquê disso. Apesar de ter poucos episódios, também é uma boa maneira de passar aquela noite em companhia própria ou com os amigos, pois ela é ótima para prender a atenção com as revelações surpreendentes a cada descoberta dos personagens!</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/onisciente.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><h3 id="dark-3-temporada">Dark – 3ª temporada</h3><p>Com um tom bem misterioso e, às vezes, até confuso, <em>Dark </em>mistura elementos ficcionais como <strong>sobrenatural e ficção científica</strong>. Com três temporadas já lançadas, ela fez sucesso desde o seu surgimento.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/dark.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>Em suma, a história inicia com Erik Obendorf, um dos personagens, desaparecendo misteriosamente. Após mais dois desaparecimentos, as pessoas da cidade começam a ficar em alerta e a fazer relações entre essas tragédias.É uma trama bem complexa, cheia de viagens no tempo e buracos de minhoca, o que pode confundir um pouco no início. Na terceira temporada, muito esperada pelos curtidores da série, os mistérios, por fim, são revelados. A história é bem criada e cheia de cenas intrínsecas que precisam ser acompanhadas com bastante atenção. É por isso que está nesta lista!</p><h3 id="m-fia-dos-tigres-tiger-king-">Máfia dos tigres (<em>Tiger King</em>)</h3><p>Essa série, definitivamente, não tem as tramas que a maioria das pessoas estão acostumadas. O <strong>seriado documental </strong>se concentra em Joe Exotic, um homem branco de 50 anos que se diz um admirador dos felinos, em especial <strong>tigres e leões</strong>.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/mafia-dos-tigres-tiger-king.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>Esse homem tem um zoológico que acaba se tornando bastante famoso por promover muita interatividade entre animais e visitantes. Entretanto, a ganância do homem acaba resultando em muitos problemas de maus-tratos. A <strong>minissérie com 7 episódios</strong> conquistou rapidamente muitos telespectadores por sua história repleta de bizarrices e artimanhas. Vale a pena separar um tempo para assistir, principalmente se curte contextos documentais.</p><h3 id="ratched">Ratched</h3><p>Lançada em 2020, a série <em>Ratched,</em> inspirada no livro <em>Um estranho no ninho</em>, é mais uma <strong>trama repleta de suspense.</strong> Então, se você é um fã de histórias mais macabras, essa série deve entrar em sua lista!A história se desenrola em torno de Mildred Ratched, uma enfermeira de asilo que acaba por trabalhar em um hospital psiquiátrico. Nesse hospital, coisas misteriosas e obscuras começam a ocorrer. Além do terror psicológico envolvido, há o trabalho de muitas questões sociais, como <strong>homofobia e saúde mental</strong>.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/ratched.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><h3 id="spectros">Spectros</h3><p>Mais uma <strong>produção brasileira</strong> ganha destaque entre as melhores séries da Netflix de 2020. Essa série de 7 episódios também estreou no primeiro trimestre de 2020 e conquistou espectadores que gostam de um bom terror.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/spectros.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>Como o nome sugere, é uma trama de terror e suspense sobrenatural, além de trazer questões do nosso folclore, misturando-as a <strong>elementos das crenças japonesas</strong>, os fantasmas que nelas existem.Os protagonistas vivem uma série de eventos no Bairro da Liberdade, na cidade de São Paulo, local conhecido como lar de uma das maiores populações japonesas fora do próprio país. Esses amigos herdam a importante missão de desvendar os mistérios sobrenaturais que começam a ocorrer.Interessante, não? É um título que, definitivamente, não pode ficar de fora!</p><h3 id="nada-ortodoxa">Nada ortodoxa</h3><p>O longa é inspirado no livro <em>Unorthodox: The Scandalous Rejection of My Hasidic Roots</em>, da autora Deborah Feldman, que se baseou em sua própria história para escrever.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/nada-ortodoxa-2.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>A minissérie de 4 capítulos, que estreou no primeiro trimestre de 2020, traz uma trama bem interessante sobre <strong>casamentos arranjados</strong>, contando a história de Esty, uma jovem que vive em uma comunidade judaica ortodoxa e foge para não ter que passar por um casamento indesejado. Apesar de ser curta, ela tem muita personalidade, trabalhando diversos assuntos que ainda geram polêmicas ao redor do mundo, como liberdade, construção de identidade, religião, o papel da mulher perante às sociedades, entre outros temas. Para quem gosta de tramas curtas, essa é uma boa opção.</p><h3 id="eu-nunca-">Eu nunca...</h3><p>Também com lançamento em 2020, a série <em>Eu nunca…</em>, ou <em>Never Have I Ever</em>, é uma <strong>comédia juvenil bem divertida</strong> que acompanha Devi, uma estudante estadunidense que descende de indianos.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/eu-nunca-2.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p>Na história, há uma mescla de culturas, o que faz com que a jovem se sinta um pouco perdida. Além disso, ela está passando por uma perda recente e outros problemas comuns à juventude. Para quem gosta de um tema mais leve com alguns clichês e histórias super divertidas, manter essa opção em mente é uma ótima escolha!</p><h3 id="boca-a-boca">Boca a boca</h3><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/boca-a-boca-2.jpg" class="kg-image" alt="Melhores séries Netflix 2020: confira essa lista atualizada!"></figure><p><em>Boca a Boca</em> também é uma <strong>produção brasileira de drama</strong> que estreou no segundo semestre de 2020, mais precisamente em julho. A história acompanha um mistério que envolve uma pequena cidade interiorana. Uma infecção transmitida por beijo é disseminada entre jovens. Em suma, é uma trama bem completa com <strong>nuances de medo</strong>, desconfiança e problemas contemporâneos. Se você valoriza o mundo televisivo, assim como produções do nosso Brasil, essas opções são incríveis para deixar em mente quando procurar algo para assistir naquele dia mais preguiçoso. O que achou dessa lista? Assistiu a algum desses títulos? Conte para nós! Para ficar por dentro de vários assuntos atuais e muitas outras coisas interessantes, não deixe de nos acompanhar semanalmente. Até o próximo post!!</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Infeliz Ano Velho]]></title><description><![CDATA[Uma carta aberta do escritor Tiago Santos-Vieira ao ex-amigo que ficou em 2020.]]></description><link>https://blog.chicorei.com/infeliz-ano-velho/</link><guid isPermaLink="false">5ff7b8728335ed3e4308ed44</guid><category><![CDATA[cronica]]></category><category><![CDATA[2020]]></category><dc:creator><![CDATA[Tiago Santos-Vieira]]></dc:creator><pubDate>Fri, 08 Jan 2021 21:49:09 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2021_01_infelizanovelho_ilustra_01.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2021_01_infelizanovelho_ilustra_01.png" alt="Infeliz Ano Velho"><p>Essa é uma carta aberta ao ex-amigo. Mais pra Maquiavel do que pra Saint-Exupéry, prefira cortar a cabeça do príncipe, em vez de ser eternamente responsável por aquilo que cativas. De tóxico, já basta a cloroquina. Não és obrigado, por dívidas afetivas, ao martírio da amizade que tirou a carapuça só em 2020. Então não deixe esse contrato sentimental, lavrado às vezes na inocência da infância, tirar a sua paz. Troque os barracos virtuais pela expansão do conceito de afastamento social: coloque esse “amigo” e suas opiniões numa distância bem segura.</p><p>De jeito nenhum botemos a “Lei de Milton” em cheque. Suspendamos sua exigibilidade temporariamente. Em nome da sanidade, deixemos o ex-amigo nas profundezas de seus posicionamentos de gosto duvidoso. Quem sabe um dia, num novo normal não tão distante, o realoquemos no lado esquerdo do peito. Mas vai ser um trabalho nojento de reconquista, viu?! Beirando a coprofagia: engolir cada merda defecada pela boca, naqueles tempos difíceis onde o mais astuto seria emudecer-se.</p><p>Haja álcool pra isso! Não gel 70 por cento, para higiene de quem andou comendo cocô. E sim líquido lupulado, ingerido sentado, na mesa de um bar lotado - com geral cantando uma variante do melô do Chico Cesar: “Eu já tomei vacina; Tô nem aí se tu tomou cloroquina!”. É esse o futuro oferecido ao ex-amigo. Todavia, voltando ao mundo real, registremos mais limites ao perdão. Sabe-se que antes de 2020, houve um 2018, onde se abriu gamas de opções no espectro político. Entre “a culpa é do PT” e o “moribundo PSDB”, tínhamos um leque de cores para escolher. E quem foi que tu elegeu, hein, hein?</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/2021_01_infelizanovelho_ilustra_03.png" class="kg-image" alt="Infeliz Ano Velho"></figure><p>Aí chegamos na parte da crônica onde, numa tocante tilelê, aprofunda-se no processo de elevação espiritual - considerando clemência ao ex-amigo que cravou o sétimo número primo nas urnas. Para tal, a cláusula pétrea é: apresentar certidão de extrema incapacidade, rubricada com as mais sinceras tintas de arrependimento. A indulgência tem revogação instantânea no caso de reincidência em 2022. Porque se isso acontecer de novo, caro ex-amigo: que beba naquele monossílabo tônico não acentuado terminado em u.</p><p>Se bem que cada um faz o que bem entender com seu monossílabo, né!? Ninguém tem nada a ver com isso. Mas que em português chulo, o monossílabo terminado em u rima com aquela franquia francesa de supermercados, onde ocorrera a maior barbárie de 2020... Isso sim, rima! Selvageria essa acompanhada no pódio pelas pedaladas abusivas de um certo boleiro decadente; e pelas abóboras vomitadas pelo nosso mandatário em suas lives. O infeliz fez piada com um patrimônio imaterial maranhense: a cor rosa do guaraná Jesus. Só mesmo o filho de Deus nessa causa!</p><p>Então ex-amigo, se nessas ilustrações da maldita trindade do preconceito, você relativizou em vez de se colocar contra... É bem provável que além de racista, misógino e homofóbico, sejas também negacionista. Nesse caso, tomara que te apliquem a dose 001 da vacina. E que num delírio presidencial-kafkaniano, tu acordes virado em cinto, bolsa e sapatos de jacaré, exportados pra bem longe daqui.</p><p>Ainda sobre o pódio da barbárie, é preciso também medalhar o ex-amigo que relativizou o caso Mari Ferrer - para o qual os holofotes infelizmente já se apagaram. É aquela amizade, saca? Que a plenos pulmões virtuais postava: “Não existe estupro culposo!”. OK, não existe mesmo essa tipificação jurídica. Contudo, por mais que houvesse brechas legais respaldando a absolvição do abusador, o tratamento recebido pela jovem no julgamento foi um verdadeiro show de horrores.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/2021_01_infelizanovelho_ilustra_02.png" class="kg-image" alt="Infeliz Ano Velho"></figure><p>Em uma situação onde deveria imperar o acolhimento, revelou-se o quão misógino é o Judiciário. Se ao assistir os vídeos do julgamento, sob as lágrimas de Mari, a agressividade do advogado e a apatia do juiz ao permitir o ataque... O ex-amigo insistiu nas teses processuais, em vez de se sensibilizar de alguma forma... É claro que as cláusulas de perdão já foram revogadas, impetrando-se automaticamente uma medida protetiva contra essa amizade. Ao ex-amigo deseja-se um infeliz 2020; é naquele ano que deverás ficar.</p><p>--</p><p><strong>Sobre o autor:</strong> nascido na mitológica Caratinga (MG), Tiago Santos-Vieira fez voto de pobreza ao optar pelo Jornalismo (UFJF). Da miséria, passou à escravidão voluntária, trabalhando com periódicos em São Paulo (chegando a morar em um MOTEL). Foi um rasgo temporal produtivo, com publicações nas revistas Rolling Stone, Trip/TPM, Riders e no Diário de Guarulhos. Fechado esse ciclo, voltou à Terra do Nunca, vulgo Caratinga, passando uma temporada trancafiado num quarto escuro. Quando viu a luz, fora aprovado em um concurso público e estava grávido de um livro. Foi então morar em Brasília, onde, após sanguinolenta gestação, pariu o suspense <strong>Elos do Mau Agouro</strong>. Torna agora a Minas, publicando o infantil <strong>As Aventuras do Super Careca</strong> e o suspense <strong>Dança das Bestas. </strong><em><strong>Siga o Autor: @santosvieiratiago</strong></em></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Date]]></title><description><![CDATA[Todos esperamos pelo dia em que poderemos deixar a realidade imposta pelo distanciamento social e voltar à normalidade dos encontros. Para o protagonista dessa história, esse dia chegou.]]></description><link>https://blog.chicorei.com/date/</link><guid isPermaLink="false">5ff60c398335ed3e4308ed09</guid><category><![CDATA[(des)conto]]></category><category><![CDATA[conto]]></category><category><![CDATA[pandemia]]></category><category><![CDATA[Distanciamento social]]></category><category><![CDATA[amor]]></category><dc:creator><![CDATA[Vítor Bara]]></dc:creator><pubDate>Thu, 07 Jan 2021 15:38:09 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2021_01_date_ilustra_01.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2021_01_date_ilustra_01.png" alt="Date"><p>Chegou o dia, finalmente.</p><p>Pulou da cama sem nem ter adormecido. Insônia e ansiedade tomaram conta da noite e o que conseguiu foi no máximo um cochilo. Tomou um banho frio e um café da manhã apressado, pensando apenas no depois, para desespero dos adeptos do <em>mindfulness</em>.</p><p>Foram meses de espera. Não via a hora de encontrá-la e poder preencher todo aquele vazio que o assolava durante o isolamento. Chega de solidão!</p><p>Mesmo à distância, foi paixão à primeira vista. Pelas telas. E correspondida. Bom, pelo menos era assim que ele idealizava, com reciprocidade e boa resposta por parte dela. Tentava de tudo para controlar as expectativas, com medo de se desapontar. Mas sentia que sua vida mudaria quando a encontrasse.</p><p>As reuniões online do trabalho e as redes o ajudaram a manter as habilidades sociais em níveis aceitáveis naquele período. Mas será que ainda sabia se arrumar para um encontro? O que vestiria? Por conta do calor e tendo como base o demandoso trabalho de pesquisa - <em>stalking</em> - que teve com a dita cuja, optou por uma camiseta. Seria melhor assim.</p><p>Pomada no cabelo, perfume no pescoço e no pulso; carteira, chaves e celular nos bolsos; máscara, indesejada mas ainda necessária, na cara. Foi.</p><p>No caminho, mil sonhos, visões e planos.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/2021_01_date_ilustra_02.png" class="kg-image" alt="Date"></figure><p><em>“Pensa melhor, não faz besteira!”</em></p><p><em>“Tenho medo de como você vai ficar depois desse encontro.”</em></p><p><em>“Não ouvi falar bem dela não, bicho…”</em></p><p><em>“Tem tantas outras aí que vão aparecer, por que logo essa?”</em></p><p><em>“Tá muito fácil pra ser verdade...”</em></p><p>Não dava a mínima para os conselhos que ouvia dos amigos. Quer dizer, nos últimos tempos tinha descoberto que estavam mais para “amigos”, daqueles que a gente mantém os laços sem ter motivos para tal.</p><p>Adentrou o estabelecimento, levantou a cabeça e deu uma conferida em volta, procurando. O olhar rapidamente pescou: ela também já estava ali. Tinha uma quedinha por orientais. E ela tinha ascendência chinesa.</p><p>- Oi! Prazer!</p><p>- Bom dia, moço! Fica tranquilo, tá?</p><p>Suspendeu a manga da camiseta. E foi aí que a enfermeira inseriu a agulha em seu braço. 1, 2, 3 segundos. E tirou. Fez questão de contar e viver o momento. Os adeptos do <em>mindfulness</em> ficariam orgulhosos!</p><p>A vontade era a de comemorar gritando, como um gol; de abraçar a enfermeira e a pessoa de trás na fila; de arrancar a máscara e sair correndo e pulando; de parar no primeiro boteco, encher a cara e cantar no karaokê que havia voltado, como Roberto Carlos em O Portão ou como Milton em O Que Foi Feito Devera.</p><p>Mas ainda tinha a segunda dose.</p><p>Tudo o que pôde fazer foi chorar copiosamente, muito emocionado. Não, nada de lágrimas de crocodilo. Talvez de jacaré.</p><hr><p><em>Se quem conta um conto aumenta um ponto, quem lê um conto ganha desconto! <strong><a href="https://chicorei.com/?voucher=c3EMcVVTMzIwMtQ1ACJzBSNjK1NLIAIA ">Clique aqui parar aplicar o cupom DATE em nosso site</a></strong> e ganhar 20% de desconto, não cumulativo com outras ofertas e promoções. Válido até o dia 12/01/2020.</em></p><hr><p>Ilustrações: <a href="https://www.instagram.com/pedrocos.design/"><strong>@pedrocos.design</strong></a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Dia do Astrólogo na Chico Rei: pra virginiano nenhum botar defeito!]]></title><description><![CDATA[Entenda o que está por trás do seu mapa astral, e como a astrologia atribui significado a esses símbolos.]]></description><link>https://blog.chicorei.com/astrologo/</link><guid isPermaLink="false">5fea5c078335ed3e4308eb56</guid><category><![CDATA[signos]]></category><category><![CDATA[astrologia]]></category><dc:creator><![CDATA[Tainara Mello]]></dc:creator><pubDate>Wed, 06 Jan 2021 13:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2021_01_diaastrologo_ilustra_02-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2021_01_diaastrologo_ilustra_02-1.png" alt="Dia do Astrólogo na Chico Rei: pra virginiano nenhum botar defeito!"><p>Hoje, 6 de janeiro, é comemorado o Dia do Astrólogo! E, mesmo dividindo opiniões, a Astrologia não deixa de ser um estudo milenar que nasceu como parte importante de culturas ancestrais, que extraíam informações a partir da observação dos astros, a fim de planejar e organizar suas plantações, colheitas, navegações e até guerras.</p><p>Muito lá atrás, a Astrologia e a Astronomia eram uma coisa só. Mas, com o passar do tempo, a evolução dos estudos e as novas descobertas, foi necessário separar as duas áreas, e a Astrologia adquiriu esse caráter <strong>simbólico</strong>. Os astrólogos são os profissionais que estudam os significados por trás desses símbolos, interpretam e traduzem para as outras pessoas!</p><p>Na astrologia, os <strong>signos</strong> são o que a maioria das pessoas conhece, mas, na realidade, eles são só uma parte dessa leitura dos astros. Existem os <strong>planetas</strong>, as <strong>casas astrológicas</strong> e também os <strong>aspectos</strong> formados entre cada um deles. Isso tudo a gente encontra em um mapa astral, que é como se fosse uma foto tirada do céu no momento exato em que alguém nasce. </p><p><em>Se você nunca fez o seu mapa astral, é só clicar <strong><a href="https://www.personare.com.br/astrologia/mapa-astral?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=[NP]-MA-Branding&amp;utm_term=MA-Branding&amp;gclid=Cj0KCQiA3NX_BRDQARIsALA3fIKBNmrYc6PEYLx8_mEnRqWFtZYQnEnUcik62QPkLUROiFwEBcwSayMaAgg7EALw_wcB">aqui</a></strong> para fazer.</em></p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/2021_01_diaastrologo_ilustra_01.png" class="kg-image" alt="Dia do Astrólogo na Chico Rei: pra virginiano nenhum botar defeito!"></figure><p>Eu sei que a astrologia é bem mais complexa e profunda do que eu pretendo abordar nesse texto. Mas achei que seria legal deixar um resumo com algumas definições por aqui.</p><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img data-src="/content/images/2021/01/2021_01_diaastrologo_ilustra_03.png" class="kg-image" alt="Dia do Astrólogo na Chico Rei: pra virginiano nenhum botar defeito!"><figcaption>As 12 casas e seus significados</figcaption></figure><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img data-src="/content/images/2021/01/2021_01_diaastrologo_ilustra_04.png" class="kg-image" alt="Dia do Astrólogo na Chico Rei: pra virginiano nenhum botar defeito!"><figcaption>Os Astros e Planetas</figcaption></figure><h2 id="voc-sabia-que-todos-n-s-temos-todos-os-signos">Você sabia que todos nós temos todos os signos?</h2><p>Sim! Como o mapa astral é a representação do céu em um momento específico, todos os planetas e constelações estão ali. Ou seja, todos os signos fazem parte do seu mapa e influenciam de diferentes formas as áreas da sua vida. </p><p>Resolvi separar algumas perguntas que podem aparecer quando você esbarra pela primeira vez com esse universo:</p><p><strong>1. “Sou do signo de Áries, o que isso significa?”</strong></p><p>Isso pode significar coisas diferentes para cada pessoa. Ser de algum signo, num primeiro momento, só significa que você nasceu na época em que o Sol transitava pela constelação daquele signo. Existem características fortes em todos eles, mas nem sempre elas vão se manifestar da mesma forma. Até porque a astrologia precisa de um contexto pra fazer sentido. <em>Como assim contexto?</em> Contexto de vida. De mundo. Do que tá rolando agora.</p><p>Uma leitura de um mapa não pode ser feita sem considerar o contexto que a pessoa vive, se não a interpretação se torna vaga e perde o sentido de orientação, que é o que muitas pessoas buscam quando realizam uma consulta com um astrólogo. Ler definições soltas sobre o seu signo pode até te gerar uma sensação legal de pertencimento, mas também pode fazer com que as pessoas se coloquem em caixinhas e se apeguem a estereótipos que não se aplicam a todos.</p><p><strong>2. “Não me identifico com o meu signo. Nasci errado?”</strong></p><p>Não. O Sol é apenas <strong>um</strong> posicionamento no seu mapa. Você tem todos os outros 12 signos em outras posições e outros astros “<em>conversando</em>” entre si. Um signo possui várias características e várias formas de expressá-las. As pessoas também! Dois capricornianos não serão iguais e nem sempre lidarão da mesma maneira com as situações só porque têm o mesmo signo solar. Sabe? Essa parte é mais simples do que parece, mas as pessoas gostam de complicar.</p><p><strong>3. “Não tenho nada no signo de Câncer. Sou insensível?”</strong></p><p>Talvez você seja, mas não por isso. Todo mundo tem todos os signos no mapa. Pode ser que você não tenha nenhum planeta posicionado na constelação de Câncer, mas isso não exclui a presença dele! Com certeza uma das casas no seu mapa está no signo de Câncer, e o astrólogo vai saber interpretar e traduzir o significado disso da melhor forma de acordo com todos os outros posicionamentos do seu mapa. :)</p><p><strong>4. “Como pode a Astrologia ainda se basear no Geocentrismo?”</strong></p><p>Então, a Astrologia e a Astronomia são coisas diferentes. E lá atrás a galera acreditava que a Terra era o centro do universo. Quando descobriram que na verdade era o Sol quem dominava tudo, a dinâmica mudou. E como a Astrologia trata de um estudo muuuito antigo de <strong>símbolos</strong>, e não de uma ciência, não faria sentido modificar a sua forma de leitura, uma vez que os astrólogos estudam as influências desses astros<strong> a partir do ponto de vista da Terra</strong>. Por isso, até hoje, é adotada essa perspectiva geocêntrica.</p><p><strong>5. “Um astrólogo prevê o futuro?”</strong></p><p>É super perigoso alguém assumir essa responsabilidade de prever o futuro hoje em dia, né? A Astrologia não é determinista, ela indica possibilidades e tendências de acordo com as posições dos astros em algum momento específico. Mas ela não controla e define nada. Como eu disse antes, ela precisa sempre de um contexto, e os contextos mudam o tempo todo. A vida é movimento!</p><p>Pra quem curte astrologia, assim como eu, a minha dica é não esperar respostas concretas de nenhum lugar. E nem querer se definir completamente a partir dos astros. A astrologia é uma ferramenta ótima para estimular o autoconhecimento, mas é isso: uma ferramenta! Quem mais sabe sobre você é <strong>você</strong>.</p><p>E assim como cada um de nós, as camisetas da Chico também têm todos os 12 signos e outras milhares de estampas lindíssimas pra deixar qualquer libriano ainda mais em dúvida! Confira clicando <a href="https://chicorei.com/camiseta/signos/">aqui</a>.</p><p><strong>Algumas astrólogas para acompanhar: </strong></p><p><a href="https://www.instagram.com/claudialisboa/"><strong>Cláudia Lisboa</strong></a></p><p><strong><a href="https://www.instagram.com/astrodica">Amanda Rodrigues</a></strong></p><p><strong><a href="https://www.instagram.com/br000na">Madama Brona</a></strong></p><p><a href="http://astrojourney.com.br/" rel="noopener"><strong>Isabella Mezzadri</strong></a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Fé que Canta e Dança]]></title><description><![CDATA[A celebração do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Ifigênia é patrimônio imaterial de Ouro Preto, um símbolo de devoção e resistência. ]]></description><link>https://blog.chicorei.com/a-fe-que-canta-e-danca/</link><guid isPermaLink="false">5ff332548335ed3e4308ec70</guid><category><![CDATA[Congado]]></category><category><![CDATA[Amigos do Reinado]]></category><category><![CDATA[Ouro Preto]]></category><category><![CDATA[chico rei]]></category><category><![CDATA[galanga]]></category><category><![CDATA[Congo]]></category><category><![CDATA[Reinado]]></category><category><![CDATA[A fé que canta e dança]]></category><category><![CDATA[Amirei]]></category><category><![CDATA[Camisetas Congado]]></category><dc:creator><![CDATA[Nara Mourão]]></dc:creator><pubDate>Mon, 04 Jan 2021 17:36:51 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2020_12_congado_ilustra.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2021/01/2020_12_congado_ilustra.png" alt="A Fé que Canta e Dança"><p>A celebração do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Ifigênia é patrimônio imaterial da cidade de Ouro Preto e acontece no início de janeiro, como símbolo de devoção e resistência. A comemoração tem  mais de 300 anos de história, mas a tradição estava se perdendo quando em 2008, pela união de pessoas através da <a href="https://chicorei.com/amirei">Associação Amigos do Reinado </a>e por grupos locais, o encontro foi retomado. Kédison Guimarães, Capitão da Guarda de Moçambique Nossa Senhora do Rosário e Santa Ifigênia, explica essa comemoração de fé:</p><p><strong>"Nossa principal intenção é resguardar a memória de luta e resistência do negro, tudo isso dialogando com a questão da fé. Somos Reinadeiros, vivemos isso no dia a dia, e manter a tradição exige muita garra e vontade. A festa simboliza a renovação da fé e da esperança do negro. Passamos por tudo, desde a escravidão, mantendo firme a fé na Nossa Senhora do Rosário e em todo nosso Sagrado e Ancestralidade. Tiraram nossos ancestrais da África mas não tiram a África de dentro de nós, ela continua pulsando.”</strong><br></p><!--kg-card-begin: html--><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-canta-e-danca-18686.html"><img src="https://imgblogchicorei.imgix.net/content/images/2021/01/2020_12_congado_blog_03-1.png?auto=format&lossless=1&w=750" alt="A Fé que Canta e Dança"></a><!--kg-card-end: html--><p>Os festejos do Reinado em Ouro Preto também rememoram a ancestralidade de Chico Rei, nascido Galanga, um monarca africano do Congo que veio escravizado para o Brasil e foi levado para a então Vila Rica - hoje Ouro Preto, em 1740. Chico Rei comprou sua alforria, a do filho e a de outros conterrâneos. A Irmandade da qual Galanga fazia parte, a primeira de negros livres de Vila Rica, foi criada em honra à Santa Ifigênia e a memória de Chico Rei é resgatada nas celebrações de Ouro Preto. <br></p><!--kg-card-begin: html--><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-amigos-do-reinado-18685.html"><img src="https://imgblogchicorei.imgix.net/content/images/2021/01/2020_12_congado_blog_04.png?auto=format&lossless=1&w=750" alt="A Fé que Canta e Dança"></a><!--kg-card-end: html--><p>Este ano vai ser possível acompanhar boa parte da programação do evento pelo canal de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCSR8z5_FrqFAU58K616EQFQ">YouTube Amigos do Reinado</a>. A renda da coleção será revertida para a Associação Amigos do Reinado e também apoiaremos o documentário sobre a festividade que será desenvolvido com material do encontro. <br></p><!--kg-card-begin: html--><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-coroacao-de-reis-18687.html"><img src="https://imgblogchicorei.imgix.net/content/images/2021/01/2020_12_congado_blog_02.png?auto=format&lossless=1&w=750" alt="A Fé que Canta e Dança"></a><!--kg-card-end: html--><p>Ah, temos muito conteúdo bacana sobre Chico Rei: tem websérie, podcast e muita história. Dá pra <a href="https://chicorei.com/a-fantastica-historia-de-chico-rei">conferir tudinho aqui</a>!</p><p>Clique<strong> <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1HbP2vOJpCYp4nJoskxgP-KFLmFqTioJ1">aqui</a></strong> para baixar o <strong>folder do evento</strong> e celebrar a fé que canta e dança!</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/Folder-Reinado32x23cm_CurvasALTA-1.jpg" class="kg-image" alt="A Fé que Canta e Dança"></figure><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2021/01/Folder-Reinado32x23cm_CurvasALTA-2.jpg" class="kg-image" alt="A Fé que Canta e Dança"></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Carta ao Cliente 2021]]></title><description><![CDATA[Acreditamos na magia do recomeço. O marco do ano novo e um horizonte de 365 dias como uma tela em branco diante da gente. Estaremos de coração aberto para as venturas deste 2021 que mal conhecemos e já consideramos pacas. Contamos com a sua companhia e preparamos esta carta especialmente procê ;)]]></description><link>https://blog.chicorei.com/carta-ao-cliente-2021/</link><guid isPermaLink="false">5fec9f708335ed3e4308ec25</guid><category><![CDATA[carta ao cliente]]></category><category><![CDATA[retrospectiva]]></category><category><![CDATA[chico rei]]></category><dc:creator><![CDATA[Vitor Vizeu]]></dc:creator><pubDate>Fri, 01 Jan 2021 10:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2020/12/blog_cartaaocliente.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://s3.amazonaws.com/chico-rei-blogs/content/images/2020/12/blog_cartaaocliente.png" alt="Carta ao Cliente 2021"><p><em><strong>"Amar é um ato de coragem"</strong></em></p><p>É intencionalmente simbólico começar esta carta com uma frase atribuída a Paulo Freire. Seu centenário é comemorado neste incipiente 2021, viva! É também simbólico, mas desta vez espontâneo, que a nossa primeira palavra para você neste ano seja “amar”. Tal qual Belchior, amar e mudar as coisas nos interessa mais. A começar pela gente! E para isso é preciso coragem, afinal.</p><p>Acreditamos na magia do recomeço. O marco do ano novo, rebento, e um horizonte de 365 dias como uma tela em branco diante da gente. Nós, criativos em essência, não poderíamos ficar mais empolgados: há de ser melhor em múltiplos sentidos. Mas sempre deixando um espacinho para o acaso. A surpresa é parte importante do jogo. E estaremos de coração aberto para as venturas deste 2021 que mal conhecemos e já consideramos pacas. É com amor e coragem que a gente chega lá! Contamos com a sua companhia nos próximos trezentos e tantos dias. Vai ser massa ;)</p><p>Nesta alvorada não poderíamos deixar de compartilhar contigo um pouco do que esperamos para o próximo ano. Antes, um passo pra trás para pegar impulso. Uma breve retrospectiva do que fizemos nos últimos tempos.</p><p><em><strong>O entorno também é coisa nossa</strong></em></p><ul><li>Em março, quando a pandemia chegou ao Brasil, a Chico Rei deu início à produção e doação de máscaras para a prevenção da Covid-19. Foram mais de 200 mil máscaras doadas pela Chico e o estabelecimento de parcerias solidárias foi muito importante para que isso acontecesse, como com o cantor Tiago Iorc.</li><li>Também em parceria com Tiago Iorc, a Chico Rei lançou uma camiseta com renda destinada ao combate à fome no interior do Ceará e a CUFA Ceará foi parceira nessa missão. A CUFA Ceará atua em mais de 200 favelas do estado, na capital Fortaleza, em Sobral, Maracanaú e Juazeiro. A ideia foi driblar a burocracia e possibilitar o acesso rápido desses grupos vulneráveis a recursos, com foco, eficiência e transparência.</li><li>Também em parceria com a CUFA Ceará, lançamos a camiseta Solidariedade, com renda revertida para o projeto. A CUFA (Central Única das Favelas) é uma organização brasileira reconhecida nacional e internacionalmente nos âmbitos político, social, esportivo e cultural que existe há 20 anos. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas, principalmente negros, que buscavam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver. A camiseta Solidariedade é uma parceria da Chico Rei com a CUFA Ceará, e todo o lucro dessa campanha será revertido aos projetos da instituição para reduzir os impactos sociais da pandemia.</li><li>Em parceria com o cantor Lenine, lançamos a camiseta Paciência, com renda revertida para a cadeia de produção musical. Em tempos de olhar pra dentro e de buscar coragem para tantos enfrentamentos que têm sido colocados, a arte funciona como um refúgio muito lindo e seguro. E mostra-se mais necessária que nunca. Lenine e Dudu Falcão emprestaram os versos da canção para uma estampa que também é causa. Ela foi um dos grandes sucessos do ano, com mais de 10 mil peças vendidas, gerando renda para dezenas de profissionais da cadeia musical.</li><li>Em parceria com Milton Nascimento e a família de Fernando Brant, lançamos no mês de dezembro a estampa Amigo é Coisa pra se Guardar. Toda a renda da venda dessa estampa é revertida para a cadeia de produção do Bituca.</li></ul><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/milton-nascimento-lenine-chico-rei.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p><em><strong>Camiseta Chico Rei é sinônimo de liberdade</strong></em></p><p>2020 foi o ano de inauguração da célula de produção na Penitenciária masculina Professor Ariosvaldo Campos Pires, em Juiz de Fora. Através do trabalho, os presos têm a possibilidade de ressocialização, retomada da autoestima e de um monte de sentimentos bacanas que ficam comprometidos pela situação de cárcere. Cada três dias trabalhados na penitenciária correspondem a um dia de remição da pena.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/chico-rei-penitenci-ria.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p><strong><a href="https://chicorei.com/camisetas-mudam-o-mundo">Saiba mais</a></strong></p><p><em><strong>Black Friday Solidária</strong></em></p><p>Na Black Friday deste ano, o cliente pôde escolher qual instituição beneficiar exercendo papel ativo na escolha no momento da compra. Foram três as instituições beneficiadas:</p><ul><li><strong>SOS Mata Atlântica</strong></li><li><strong>Gente em Primeiro Lugar</strong></li><li><strong>SJPA</strong></li></ul><p><em><strong>Apoio à arte independente</strong></em></p><p>Desde 2017, apoiamos artistas independentes de todos os cantos do Brasil, cedendo nossa estrutura completa para a produção, venda e logística de todos os produtos de nosso catálogo para que possam mostrar sua arte pro mundo.</p><p>Nesses 3 anos de projeto Artistas Convidados, já contamos com mais de 1300 estampas assinadas. Em royalties, já foram distribuídos mais de R$ 900 mil reais para artistas de todas as regiões do Brasil.</p><p><strong><a href="https://chicorei.com/artistas">Conheça o projeto</a></strong></p><p><em><strong>De volta pra casa</strong></em></p><p>2020 também foi marcado por retornos na Chico Rei: bolsas, mochilas e lenços ganharam nova tiragem e fizeram um bocado de sucesso. Os moletons, queridinhos da turma, vieram aquecer os dias frios e agora ficam disponíveis o ano todo, porque é sempre bom levar um casaquinho, né?</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/bolsas-chico-rei.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p>A cereja do bolo fica com a Linha Infantil: os pequenos podem novamente desfilar garbosidade pelos quatro cantos, com uma seleção supimpa de estampas de sucesso!</p><ul><li><strong><a href="https://chicorei.com/acessorios/bolsas-e-mochilas/">Bolsas e Mochilas</a></strong></li><li><strong><a href="https://chicorei.com/moletom/">Moletons</a></strong></li><li><strong><a href="https://chicorei.com/roupas/infantil/">Linha Infantil</a></strong></li></ul><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/camiseta-infantil-chico-rei.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p><em><strong>Brasil sil sil</strong></em></p><p>Lançamos o podcast Chico Pelo Brasil, que a cada episódio traz história, cultura e muitas curiosidades sobre lugares deste nosso Brasil lindão.</p><p><strong><a href="https://open.spotify.com/show/0F9hLUlZaSUK5fGvX4oTNu?si=rdo0CruMQq2uR_NaSy_2aQ">Escute agora</a></strong></p><p>Também lançamos com orgulho danado uma página especial de Brasilidade, reunindo conteúdos, estampas e muita prosa.</p><p><strong><a href="https://chicorei.com/brasilidade">Acesse a  página</a></strong></p><p><em><strong>Viva Galanga!</strong></em></p><p>Durante toda a nossa história assumimos a missão de levar para o máximo de pessoas possível a história daquele que inspirou nosso nome. E 2020 marcou o auge desse projeto! Fomos produtores associados do longa-metragem “Chico Rei Entre Nós”, com direito a uma coleção com toda a renda revertida para a manutenção da festa de Congado, em Ouro Preto (MG). Lançamos a websérie “Chico Rei em Movimento”, contando a história de Galanga em um misto de dança com documentário. E reunimos muito conteúdo autoral em uma página bem bacana!</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/chico-rei-entre-n-s.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p><strong><a href="https://chicorei.com/a-fantastica-historia-de-chico-rei">Confira</a></strong></p><p><em><strong>É junto dos bão que a gente fica mió</strong></em></p><p>E quanta gente bacana se juntou à gente nessa caminhada! Muitas, muitas e muitas parcerias nos encheram de orgulho e somaram um bocado em lançamentos incríveis. Dá só uma olhada:</p><ul><li><a href="https://chicorei.com/alceu-valenca">Alceu Valença</a></li><li><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-one-drop-16044.html">Amigos de Brumadinho</a></li><li><a href="https://chicorei.com/canal-das-bee">Canal das Bee</a></li><li><a href="https://chicorei.com/casa-do-choro">Casa do Choro</a></li><li><a href="https://chicorei.com/chaves">Chaves</a></li><li><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-solidariedade-18043.html">CUFA Ceará</a></li><li><a href="https://chicorei.com/dora-figueiredo">Dora Figueiredo</a></li><li><a href="https://chicorei.com/elza-soares">Elza Soares</a></li><li><a href="https://chicorei.com/fall-guys">Fall Guys</a></li><li><a href="https://chicorei.com/gabriel-o-pensador">Gabriel, O Pensador</a></li><li><a href="https://chicorei.com/gilbertogil">Gilberto Gil</a></li><li><a href="https://chicorei.com/hodor-cavalo">Hodor Cavalo</a></li><li><a href="https://chicorei.com/imagina-juntas">Imagina Juntas</a></li><li><a href="https://chicorei.com/lenine">Lenine</a></li><li><a href="https://chicorei.com/livros-e-fuxicos">Livros e Fuxicos</a></li><li><a href="https://chicorei.com/mamonas-assassinas">Mamonas Assassinas</a></li><li><a href="https://chicorei.com/manualdomundo">Manual do Mundo</a></li><li><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-mae-terra-17651.html">Maracá - Emergência Indígena</a></li><li><a href="https://chicorei.com/masterchefbrasil">Masterchef Brasil</a></li><li><a href="https://chicorei.com/meninas-e-mulheres-na-ciencia">Meninas e Mulheres na Ciência</a></li><li><a href="https://chicorei.com/ninatalks">Nina Talks</a></li><li><a href="https://chicorei.com/orquestra-ouro-preto">Orquestra Ouro Preto</a></li><li><a href="https://chicorei.com/personare">Personare</a></li><li><a href="https://chicorei.com/pet-holic">Pet Holic</a></li><li><a href="https://chicorei.com/power-rangers">Power Rangers</a></li><li><a href="https://chicorei.com/simons-cat">Simon's Cat</a></li><li><a href="https://chicorei.com/sos-mata-atlantica">SOS Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://chicorei.com/support-jufas-bar">Support Jufas Bar</a></li><li><a href="https://chicorei.com/camiseta/camiseta-ame-tudo-que-puder-16666.html">Tiago Iorc</a></li><li><a href="https://chicorei.com/transformers">Transformers</a></li><li><a href="https://chicorei.com/zeca-pagodinho">Zeca Pagodinho</a></li></ul><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/elza-soares-chico-rei.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p><em><strong>E muito lançamento!</strong></em></p><p>Aqui na Chico Rei a gente vive de inventar moda… E nesses últimos 12 meses lançamos tanta coisa que fica até difícil de acompanhar! Teve gola olímpica feminina, Guia de Tamanhos e muita, mas muita estampa inédita. Aqui um recorte dessas novidades:</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img data-src="/content/images/2020/12/lan-amentos-chico-rei.jpg" class="kg-image" alt="Carta ao Cliente 2021"></figure><p><strong><a href="https://chicorei.com/camiseta/">Navegue por milhares de opções de camisetas</a></strong><br></p><p><strong><a href="https://chicorei.com/guia-de-tamanhos">Acesse o Guia de Tamanhos</a></strong><br></p><p><em><strong>Ao infinito e além</strong></em></p><p>Deu pra ver que foi um ano e tanto por aqui, né? Mas agora vamos olhar pra frente. Já adiantamos que teremos muitas colaborações bacanas pintando por aqui… Inclusive, estamos de passagem comprada pra um passeio rumo a uma galáxia muito distante ;)</p><p>Preparamos um checklist com um pouco do que você vai ver por aqui. Contamos com a sua ajuda acompanhando nossas resoluções de ano novo. Simbora?</p><ul><li>Muitas parcerias</li><li>Lançamentos mil</li><li>Coleção de inverno</li><li>Novos produtos</li><li>Vários projetos socioambientais apoiados</li><li>Ressocialização e remição de pena para o time da penitenciária</li><li>Muita cerveja (ou suco de caju) pra celebrar os bons momentos</li><li>Litros e mais litros de café pra dar conta do dia a dia</li></ul><p>Nos vemos por aqui!</p>]]></content:encoded></item></channel></rss>