Dicas de viagem pra Colômbia - O destino da vez!

Durante os 8 dias que passei entre Bogotá e San Andrés, recebi mensagens de diferentes amigos pedindo dicas de viagem pra Colômbia. E não é pra menos: o país é o destino da vez! O motivo vai além das belezas encantadoras de suas ilhas e da diversão garantida na capital: o preço acessível, a alta do dólar (que deixa outros destinos mais caros), a proximidade com o Brasil, a grande oferta de passagens promocionais… Tudo conspira a favor da Colômbia! E antes que me perguntem: sim, é seguro. E sim,

Goiás de corpo e alma

O melhor do Brasil é…. a Natureza! Temos sorte tamanho família de fincar pé por aqui e agradeço de joelhos à toda galere que teve coragem de desbravar esses rincões, obrigado Tupi-Guaranis, Tapuques e Caraíbas e aquele abraço para italianos e espanhóis que cruzaram o Atlântico e, de alguma maneira, me trouxeram pra cá. Dias atrás conheci um pedaço de sorte no coração do Brasil, em terras goianas: a Chapada dos Veadeiros. As estradas que passeiam por aquela região impressionam, e veja bem: chamar a atenção de um mineiro com

Las Vegas + Grand Canyon

Las Vegas é cidade que trai as palavras de quem deseja escrever sobre ela. Antes de partir pra lá, um tanto de textos e fotos bacanas não foram suficientes para colocar na cabeça o que acontece em terras de Tio Sam. Não de bobeira, 42 milhões de pessoas bateram pernas na Capital do Pecado no último ano (quase 7 vezes a quantidade de turistas que o Brasil inteiro recebeu no mesmo período)! Como um parque de diversões de gente grande, LV é sinônimo de exagero. Tudo é over, não à

A melhor experiência do Planeta

Tempos apertados esses que as horas vão se atropelando! 2015 anda cheio de novidades para a Chico Rei, tanto para os chicotes que labutam diariamente, quanto para os chicotes que aguardam na janela a chegada de mais um encanto embrulhado em muito trabalho de gente talentosa e criativa que tenho a sorte de caminhar junto. Por isso, os dias vão correndo tanto que mal me dei conta de que já se passavam mais de 6 semanas que não escrevia por aqui. E daí matutei: Rapaz! Preciso voltar por cima e

Santiago: ir ou não ir, eis a questão!

Com os dedos prontos para caminhar pelo teclado e digitar sobre Santiago, bateu uma dúvida na cabeça: o quanto vale conhecer a capital chilena? A terra de Pablo Neruda não tem a noite de Bogotá, nem o tempero da comida portenha, tampouco a calmaria de Montevideo**.  Se fosse uma competição de qual capital na América do Sul visitar, onde estaria Santiago em minha lista?** Na largada estaria nas cabeças! A receptividade e o carinho transbordam pelo povo, com tranquilidade e simpatia de sobra quando nós, perdidos por aquelas terras, precisamos

Sem perder a hora: Londres

Uma danada coincidência: há exatos 2 anos, no tempo certinho que coloco essas palavras no computador, lá estava eu pousando em Londres, para bater pernas por 4 dias. E pra dar rock nesse post, escrevo aqui em papo reto, sem atrasos e com cuidado: Mind The Gap e Look Right! Let it Be: Se você compartilha comigo o medo de altura, fica uma dica de irmão: vença ele em terras inglesas. Os passeios na London Eye – aquela roda gigante realmente gigante e no **The Shard **– o maior edifício da Europa,

Colômbia: o risco é querer ficar!

Largando a hipocrisia de lado, se alguém perguntasse o que me vinha à cabeça sobre Colômbia, a resposta na ponta da língua falaria sobre as FARC, cocaína e zefini! Mas por aqui bate um coração que, com todo o respeito aos tupiniquins, adora o risco de um programa de índio, sempre na esperança de surpresas alegres. Com aquele preconceito sobre a terra de Gabriel García Márquez, tomei voo pra lá. Fui primeiro parar em Cartagena das Índias, que fica ao norte de nosso continente, no mar do Caribe. Já era

Joia baiana: Abrolhos

Quando naus lusitanas tinham como destino as terras ao Sul da Bahia, o alerta era claro: abra os olhos! Barreiras formadas por corais com até 20 metros de altura foram responsáveis pelo naufrágio de cerca de 70 navios por aquelas bandas desde o século XVI. Hoje, ”abra os olhos” se transformou em Abrolhos e o arquipélago baiano merece outro significado para seu nome: atenção para as suas belezas naturais. Com uma das maiores concentrações de peixes por metro quadrado do planeta, em quantidade e variedade, suas águas viraram atração para

Canoa Quebrada

Viajar é bom demais da conta! O que falta é tempo, no bolso e no relógio. Uma ideia para matar a vontade de bater as pernas por aí é fazer** passeios curtinhos e baratos**, onde um final de semana descansa a alma e ainda deixa com gosto de quero mais para outros rumos. Canoa Quebrada é um ótimo exemplo disso. A 160km de Fortaleza, a cidade conhecida pelo astral leve – natural para um povoado que nasceu como vila de pescadores e depois descoberta pelos hippies – tem uma estrutura super bacana

Ainda não é hora de conhecer Cuba

Alegremente leio esses dias a notícia de que as relações entre Estados Unidos e Cuba se amenizam, o que pode trazer um novo futuro ao país caribenho. O sol parece brilhar por lá, e fico na expectativa que o sol brilhe para os cubanos também. Já para nós, turistas, deixo aqui minha opinião: segura a onda! Cuba é paupérrima, mas a pobreza por lá não significa apenas a falta de dinheiro no bolso, a pobreza que impera por terras caribenhas é a de esperança, a vontade de um futuro melhor

Rumo ao Sul: Partiu, Patagônia!

Antes de correr os olhos por essas palavras, vale um aviso: os relatos deste texto se referem aos primeiros dias de um dezembro qualquer. Enquanto no inverno o sol aparece timidamente pouco mais de seis horas por dia, no verão ele garante quase 20 horas de claridade por aquelas bandas. Nosso cartão de visitas para a Patagônia foi El Calafate, que carrega na bagagem uma das maiores geleiras do planeta, e Ushuaia, a cidade mais austral do mundo. Além de um verão com dias enormes e temperaturas perto de zero

Céu infinito

O passeio mais lindo que já fiz nesse asteroide pequeno que todos chamam de Terra. Assim poderia resumir a viagem para o Salar de Uyuni. Quando tomei rumo para 30 dias de pé na estrada desde Campo Grande até Cusco, a maior planície de sal do mundo era apenas um dos caminhos para se chegar ao império Inca, mas os três dias rodando na região em um 4×4 nunca saíram dessa cachola, que admito, nunca conhecida por ser boa de lembranças. Salar de Uyuni refletindo o azul infinitamente A

Turismo verde e amarelo

Desde que me entendo por gente, admirei novos lugares. No sofá da agência de viagens de minha tia, ficava olhando para os posters de diversos cantos do planeta e em poucos minutos já estava flutuando na ideia de estar dentro daquelas imagens. Não era difícil. De tão pequeno, quando sentado naqueles sofás, os pés não tocavam o chão. Mesmo com tantos quadros na parede, não me recordo de ter fotos do Brasil. O chique para aquela cidade no interior de Minas era tomar voo para fora do país: Disney para

Pé na Tábua: Roma

Depois de “Comer, Rezar e Amar”, quem não fica com vontade de zarpar pra Itália que atire a primeira pizza! A vontade que já batia no peito desse que tem origem italiana, não era pequena. Juntando a fome com a vontade de comer, mochila nas costas e Roma à vista! A quentura do nosso sangue latino não é de graça, o italiano tem presença, não pestaneja, fala alto, fala com as mãos e tem amor no peito. Não estranhe ao ver o garçom fazendo seu pedido no balcão aos gritos

Buenos Aires é a pelota da vez!

Buenos Aires é cosmopolita, tem sangue correndo nas veias, cultura pulsante e alfajor. Então se você tiver dois BigBig e uma mariola no bolso, dá um pulo em alguma companhia aérea e compre seu voo pra lá. Desde que a moeda local virou peso pena, bater pernas pela cidade tem sido uma experiência mais econômica que provavelmente qualquer capital brasileira. Que por aquelas terras tem tango pra dar e vender, um dos melhores churrascos da via láctea e arquitetura colada na Europa você certamente já sabe, então vou dar uns

A paz invadiu Machu Picchu

Viajar é sinônimo de conhecer o novo. E a novidade me pega de qualquer maneira, pelos olhos, pés, boca ou por sensações que não sei bem como explicar. E a paz de estar Machu Picchu é, para mim, inexplicável. Assim como fica inexplicável para meus amigos o motivo de eu ter passado por lá três vezes nos últimos anos. Mesmo sabendo que a palavra que traduz meu sentimento por lá é “paz”, ela sempre bate de forma diferente. O caminho até a capital do império Inca é um preparo espiritual

Viajo ou fotografo? – Parte 2

Ainda agregado ao texto anterior, vou exemplificar matematicamente a “desnecessidade” de uma câmera cara para fotos do dia a dia. Recentemente estive em Goiânia para assistir à corrida da StockCar, munido apenas do meu celular Samsung Galaxy S3, que tem uma qualidade perfeitamente aceitável para qualquer tipo de retrato que tenha luz abundante. Até então, as fotos gerais do autódromo estavam ficando muito boas durante os treinos de sábado. Percebi que a visibilidade da pista era magnífica e que se eu tivesse um bom zoom, as fotos ficariam perfeitas, enfim…

Na Bagagem

Viagem e lembranças estão coladas no meu dicionário. Viajar nas palavras de outras pessoas ou poder contar por onde e como pisei me dão alegria quase igual à de botar a mochila nas costas – ou as rodinhas no chão! Por outro lado, não sou muito conhecido por ter uma boa memória. Então, o que levar para casa para relembrar as andanças por aí? Talvez coisas óbvias, como fotos, ímãs ou camisetas, sejam as primeiras ideias à cabeça, mas estes são bem mais recordações que ativadores de minhas lembranças. De verdade,

Viajo ou fotografo?

No capítulo anterior, vimos os motivos pelos quais as pessoas desejam ter uma DSLR, baseadas na falsa impressão de qualidade extrema. Sim, com a DSLR certa e o conhecimento necessário, podemos extrair o máximo de qualidade que uma cena permite, mas isso é mesmo necessário? Pergunto justamente por haver uma série de fatores agregados para que se obtenha fotos desta natureza, que são: valor alto, valor mais alto ainda em objetivas, pois, como foi mencionado anteriormente, não adianta ter a câmera se não carregar junto as lentes apropriadas que geralmente

Esse museu é a minha praia

Como aluno da Faculdade de Artes, era de se esperar que eu gostasse de visitas a museus. Porém, confesso que esta não está nem perto das coisas que mais gosto nessa vida. Talvez por isso, depois de oito anos, ser jubilado da faculdade tenha sido uma saída mais justa para este que aqui escreve. Mas em Cancún pude conhecer o museu mais espetacular que esses pés já pisaram, ou melhor, nadaram: o Museu Subaquático de Arte (MUSA). Desde então minha relação com as salas de arte se tornou um tanto

Para fazer bonito

“Bonito” é nome próprio no Mato Grosso do Sul porque o adjetivo é muito pouco para um lugar tão espetacularmente espetacular. Nessas andanças que busco para me achar, Bonito, a cidade, é, sem dúvidas, o destino de ecoturismo mais completo que já encontrei. Não à toa, as atrações precisam ser marcadas com muita antecedência. Todos os passeios devem ser acompanhados por guias cadastrados, uma maneira bacana que a administração da cidade encontrou de controlar o acesso e respeitar a biodiversidade do local. Ou seja, desavisados e desligados, como eu, correm