Fevereiro no Brasil é sinônimo de carnaval e nesse clima nostálgico e embalados pelo ritmo do samba, convidamos dois músicos parceiros nossos para um papo sobre a memória do samba da nossa terrinha Juiz de Fora.
“Bruxismo? Não! Você tem é Satanismo mesmo”, disse o dentista, sobre aquela mandíbula toda fudida. Mas de onde vem tamanha pressão... Travando maxilar diuturnamente, limando dente com dente, deixando todos na mesma altura?
A alvura dos azulejos lembrava um açougue em fim de expediente. É quando os carnífices largam as facas, munindo-se de escovas e água sanitária, fazendo escorrer pelo ralo sangue, suor e demais fluídos laborais. Mas ainda que exalando brancura hospitalar, o interior dos ladrilhos os denunciavam...
Tudo às avessas, inclusive a aquisição de experiência no galopar dos anos. Mais velho, em vez de safo, mais inocente ficaste. Ou talvez parara no tempo, enquanto quem o rodeava atingia excelência em performance. Numa modalidade que dia desses constará na carta olímpica de opções: a puxação de saco?!
Tá! Não pode falar do “1° colocado”. Nem do isentão pavio curto, que vai tirar seu nome do Serasa. Muito menos da moça das sobrancelhas livres - até porque as taturanas são dela e ninguém tem nada com isso. Também não falemos do picolé de chuchu.